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Impacto do uso de melatonina sobre o perfil oxidativo de pacientes com Câncer de mama sob quimioterapia paliativa: estudo clínico

Processo: 21/11165-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2022
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Debora Aparecida Pires de Campos Zuccari
Beneficiário:Vitor Marcondes Nunes de Matos
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Neoplasias mamárias   Estresse oxidativo   Células tumorais   Melatonina   Catalase   Qualidade de vida   Paciente oncológico   Estudo clínico
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Câncer de mama | Catalase | Estudo Clínico | Perfil oxidativo | Estresse oxidativo

Resumo

O Câncer de mama é uma das neoplasias mais frequentes em mulheres no Brasil e no mundo. Em 2020, estimou-se a ocorrência de 2,3 milhões de novos casos no mundo enquanto, no Brasil, estimam-se 66.280 novos casos para cada ano do triênio 2020-2022, verificando maiores taxas nas regiões Sul e Sudeste. A melatonina é um neuro-hormônio sintetizado pela glândula pineal e, que o seu ritmo de secreção está diretamente relacionado com o ciclo circadiano, sendo que a síntese acontece na ausência de luz ambiente, com pico entre 2 e 4 horas da manhã. Estudos recentes mostram uma relação importante entre o Câncer de mama e a melatonina. Sendo assim, é possível verificar uma diminuição dos níveis de melatonina plasmática em pacientes oncológicos quando comparados aos seus congêneres saudáveis, com isso, alguns trabalhos sugerem a utilização da melatonina por esses pacientes. Tem sido demonstrado o efeito da melatonina como agente antioxidante no combate aos radicais livres e um potencial anticarcinogênico, com a indução de apoptose, controlando a disseminação de tumores. Assim, alguns trabalhos sugerem o uso de melatonina como terapia adjuvante à quimioterapia por seu potencial antioxidante em células saudáveis, pró-oxidante e pró-apoptótico em células tumorais, e imunomodulador; o que possivelmente melhora a qualidade de vida dos pacientes. Com isso, o objetivo desse trabalho é verificar o potencial pró-oxidante da melatonina em células tumorais em pacientes com Câncer de mama, visto que as pacientes irão realizar o uso de melatonina por 28 dias (em 2 etapas separadas), o que poderá abrandar o estresse oxidativo no organismo destas pacientes. (AU)

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