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Efeito do uso de agentes naturais na resistência de união dentina/adesivo em substrato erodido

Processo: 21/12892-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Vigência (Término): 31 de março de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Fernanda de Carvalho Panzeri Pires de Souza
Beneficiário:Laryssa Karla Romano
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Materiais dentários   Resistência de união (odontologia)   Adesivos dentinários   Resinas compostas   Bromelaínas   Microtração   Microscopia eletrônica de varredura

Resumo

Este estudo tem por objetivo avaliar o efeito do uso do extrato de Bromelina e Própolis, na resistência de união (RU) do adesivo à dentina erodida artificialmente. Para isso, serão selecionados dentes molares humanos hígidos, cujas raízes serão incluídas em resina acrílica em anéis de PVC de forma que as superfícies oclusais fiquem paralelas ao plano horizontal. As superfícies oclusais serão aplainadas. Cada dente terá metade da sua área superficial de dentina isolada com resina composta, que será utilizada como controle. A metade desprotegida será submetida ao desafio erosivo por 10 dias com solução de ácido cítrico 0,05M (pH 2,3; ácido cítrico anidro; Merck, Darmstadt, Alemanha) seis vezes por dia durante 5 minutos sob agitação (Go Shaker SK - O180 - Pro, Scilogex, Rocky Hill, CT, EUA). A cada ciclo erosivo as amostras serão armazenadas em solução remineralizadora por 60 minutos (1,5 mM CaCl2, 0,9mM NaH2PO4, e 0,15 M KCl - pH 7). Os dentes serão aleatoriamente separados em 3 grupos, conforme o tratamento de superfície a que os substratos serão submetidos: Grupo Controle - Sistema Adesivo; Grupo Br - Extrato de Bromelina a 10%; Grupo Pr - Extrato de Própolis. Após o pré-tratamento da dentina os espécimes serão restaurados e seccionadas em formato de palito (0,9mm²), para então serem armazenados em água destilada a 37ºC por 24 horas e 6 meses. Após o período de armazenamento, serão submetidos ao teste de microtração (0,5 mm/min) até a fratura. Os padrões de fratura serão observados com microscópio digital (VH-M100, Keyence) e a interface adesiva através da microscopia eletrônica de varredura (MEV). Os valores de resistência de união serão analisados segundo o teste estatístico mais apropriado para a análise.(AU)

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