| Processo: | 21/03497-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 15 de setembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Marília Afonso Rabelo Buzalaf |
| Beneficiário: | Lethycia Almeida Santos Azuma |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/26070-1 - Modulação da película adquirida do esmalte e do biofilme para o controle da perda mineral dentária: desvendando mecanismos e possibilitando terapias, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/07157-4 - Efeito do peptídeo derivado da estaterina (Stn15pSpS) associado ou não à epigalocatequina-3-galato (EGCG) contra o desgaste erosivo do esmalte in situ, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Bioquímica Proteômica Película dentária Desgaste dos dentes Erosão dentária Polifenóis Ácido cítrico Cistatinas Cana-de-açúcar |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Canecpi-5 | Egcg | Erosão dentária | Estaterina | Película adquirida do esmalte | Proteoma | Bioquímica |
Resumo A Engenharia de película adquirida do esmalte (PAE), pela imobilização neste integumento de moléculas com alta capacidade de ligação à hidroxiapatita e resistência à remoção por ácidos, é nova uma estratégia para o controle do Desgaste Dentário Erosivo (DDE). Nosso grupo vem utilizando uma cistatina derivada da cana-de-açúcar (CaneCPI-5), um peptídeo derivado da estaterina (StN15) e a hemoglobina humana (Hb) em estratégias deste tipo. Polifenóis, como o EGCG, adsorvem-se prontamente à PAE, tornando-a mais rugosa, espessa e elétron-densa, aumentando a precipitação de proteínas protetoras na PAE, como a albumina, estaterina e cistatinas. Portanto, no presente projeto pretendemos responder à seguinte pergunta: O tratamento da superfície dentária com EGCG associado à CaneCPI-5, Stn15pSpS ou Hb, isoladas ou combinadas, altera a energia livre de superfície, aumenta a incorporação de proteínas ácido-resistentes à PAE e a resistência do esmalte à desmineralização erosiva, em comparação ao tratamento com as proteínas apenas? Para responder a esta pergunta serão executados 2 estudos, sendo um deles in vivo e o outro in vitro. No estudo in vitro, voluntários farão bochecho com as soluções contendo as proteínas isoladas ou combinadas, a PAE será formada por 3 min, posteriormente será feito bochecho com EGCG ou não e a PAE terá sua formação completada por 120 min. Após este tempo será feito um desafio erosivo com ácido cítrico, sendo coletada uma gota do ácido para análise de cálcio e as proteínas ácido-resistentes da na PAE serão coletadas para análise proteômica. No experimento in vitro, a energia livre de superfície após estes tratamentos será avaliada pelo método da gota séssil, utilizando um goniômetro. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |