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Tecido adiposo marrom e metabólitos associados em mulheres com diferentes fenótipos de saúde cardiometabólica

Processo: 21/02008-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2026
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Pesquisador responsável:Ana Carolina Junqueira Vasques
Beneficiário:Isabela Solar
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07607-8 - CMPO - Centro Multidisciplinar de Pesquisa em Obesidade e Doenças Associadas, AP.CEPID
Assunto(s):Obesidade   Metabolismo   Metabolismo energético   Fenótipo   Tecido adiposo marrom   Homeostase energética   MicroRNAs   Ácidos graxos voláteis

Resumo

A Obesidade sem alterações metabólicas representa um modelo único para o estudo dos mecanismos relacionados ao aumento da adiposidade corporal. Dada a importância potencial das inter-relações do tecido adiposo marrom (BAT), seus moduladores e subprodutos com os diferentes fenótipos metabólicos da Obesidade; aliada à escassez de estudos científicos que compararam a atividade do BAT, e o perfil de batocinas, microRNAs, irisina e Ácidos Graxos de Cadeia Curta (AGCC) entre os fenótipos "obeso metabolicamente saudável" e "obeso metabolicamente não saudável", abre-se a oportunidade para um melhor entendimento da Obesidade enquanto doença sob este prisma. Objetivo: Comparar a atividade do BAT e as concentrações de batocinas e de microRNA plasmáticos entre mulheres adultas com os três fenótipos: peso normal metabolicamente saudável, obeso metabolicamente saudável e obeso metabolicamente não saudável. Materiais e métodos: Estudo transversal, com 108 mulheres, igualmente distribuídas entre os fenótipos supracitados. O IMC será o critério de normalidade para o peso corporal e a definição de saúde metabólica considerará a ausência de síndrome metabólica. A avaliação antropométrica incluirá circunferências da cintura e do pescoço e diâmetro abdominal sagital. A composição corporal será avaliada por densitometria e a atividade do BAT por câmara termográfica infra-vermelha. A irisina e as batocinas Angptl8, Nrg4T e FGF21 serão dosadas por ELISA. Os microRNAs serão quantificados pela técnica de sequenciamento. A calorimetria indireta será utilizada para avaliação do Gasto Energético (GE), quociente respiratório e oxidação dos substratos energéticos no repouso. Os AGCC plasmáticos serão dosados por cromatografia gasosa com espectrômetro de massa. Perspectivas: Espera-se compreender melhor a fisiopatologia da Obesidade e abrir novos caminhos para futuras abordagens terapêuticas que aumentem o GE e/ou o consumo de substratos energéticos como estratégia de prevenção e/ou tratamento da Obesidade e benéficas para a saúde metabólica. (AU)

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