| Processo: | 21/11800-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço |
| Pesquisador responsável: | Patricia Chakur Brum |
| Beneficiário: | Janaina da Silva Vieira |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/08864-9 - Papel da sinalização adrenérgica nas células linfóides inatas em pacientes com câncer, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Fenômenos fisiológicos celulares Fisiologia molecular Sistema nervoso simpático Disautonomias primárias Imunossupressão Neoplasias Treinamento aeróbio Linfócitos T |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células T | disautonomia | Imunossupressão | Treinamento físico aeróbico | Fisiologia Celular e Molecular do Exercício |
Resumo Evidências na literatura têm sugerido que nervos autonômicos podem ter papel fundamental no comportamento de células tumorais e imunes no microambiente tumoral (Tumor Microenviroment, TME) podendo ser alvo de futuros tratamentos que bloqueiem a imunossupressão no Câncer. De fato, o Sistema Nervoso Simpático (SNS) tem sido descrito como um dos fatores que contribui para a progressão e agressividade tumoral, contudo, os mecanismos pelos quais o SNS pode levar a piora do Câncer ainda precisam ser desvendados. Embora existam diversas estratégias para tratamento, o Câncer permanece sendo uma das principais causas de morte no mundo. A imunoterapia tem se mostrado promissora e proporcionou uma nova alternativa de tratamento aos pacientes com Câncer, entretanto, grande parte dos pacientes não respondem bem a esse tratamento. Uma das hipóteses para essa resposta limitada à imunoterapia é que pacientes com Câncer apresentam disfunção imunológica, principalmente no TME, onde há menor capacidade de defesa das células do sistema imune, o que se denomina evasão das células do sistema imune. Os mecanismos que levam à disfunção do sistema imune no TME ainda não estão bem elucidados. Nesse sentido, as células T têm papel fundamental na resposta antitumoral e por isso tem sido foco de grande parte das estratégias de imunoterapia. Dentre os fatores que podem contribuir para a disfunção das células T, pouco se sabe sobre o efeito imunossupressor do SNS. Há diversas evidências mostrando exercícios e atividades físicas podem reduzir a incidência de Câncer e melhorar o prognóstico de pacientes com Câncer, além disso, o exercício físico também é capaz de restaurar a função de células T em modelos experimentais de Câncer. Considerando os efeitos benéficos do exercício físico no Câncer e no sistema imune e que um efeito clássico do exercício físico é a redução da disautonomia simpática, nosso objetivo é investigar a contribuição do SNS para a imunossupressão observada no Câncer e o efeito do treinamento físico aeróbico nas alterações do SNS. (AU) | |
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