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Fragmentação socioespacial e experiência urbana em Presidente Prudente - SP

Processo: 21/04735-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2022
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Eliseu Savério Sposito
Beneficiário:Victor Hugo Quissi Cordeiro da Silva
Instituição Sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/07701-8 - Fragmentação socioespacial e urbanização brasileira: escalas, vetores, ritmos e formas FragUrb, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):22/10980-1 - Fragmentação socioespacial e experiência urbana em Albacete (Espanha) e Presidente Prudente (Brasil), BE.EP.MS
Assunto(s):Fragmentação socioespacial   Presidente Prudente (SP)   Geografia urbana
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:diferenciação socioespacial | Experiência urbana | fragmentação socioespacial | Percursos urbanos | Presidente Prudente | Sp | Geografia Urbana

Resumo

Os processos de produção de diferenças e desigualdades socioespaciais são temas tratados na Geografia, por diferentes geógrafos e perspectivas teórico-metodológicas. O espaço urbano, entendido como condição, meio e produto das relações sociais, expressa a relação entre uma lógica fragmentada e a segmentação socioespacial sendo, portanto, fundamental para a compreensão das desigualdades. O processo de fragmentação socioespacial é uma possibilidade de compreendermos como na estruturação da cidade as práticas espaciais dos citadinos definem e são definidas no contexto urbano propenso a acentuar as desigualdades socioespaciais, ainda mais agravada pela pandemia da covid-19. É a partir deste processo que observaremos a condição dos sujeitos que vivem em conjuntos habitacionais do Programa "Minha Casa, Minha Vida" (PMCMV) (faixa 1) em Presidente Prudente/SP e dos condomínios fechados com residências de alto valor de troca, buscando objetivar a diferenciação e as desigualdades socioespaciais como caminho para se revelar nas escalas do cotidiano a sua inserção na cidade, levando em consideração as diferenças entre esses contextos socioeconômicos e espaciais distintos e mudanças advindas pelo contexto pandêmico vivenciado atualmente. Os percursos urbanos casa-trabalho-casa e nos espaços de consumo ou lazer serão registrados a fim de apreendermos o cotidiano e elaborarmos uma análise da passagem da lógica centro-periférica para uma lógica fragmentária na qual se processa a fragmentação socioespacial não como determinante apenas, mas como forma-conteúdo do modo de pensar, fazer e viver a cidade.

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