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Evolução das abelhas-sem-ferrão (Apidae: Meliponini) no tempo e no espaço: Integração da filogenômica à paleontomologia

Processo: 21/12082-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Vigência (Término): 31 de março de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Eduardo Andrade Botelho de Almeida
Beneficiário:Anderson Lepeco
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Apoidea   Biogeografia   Filogenia   Hymenoptera   Neotropical   Sistemática

Resumo

As abelhas-sem-ferrão, tribo Meliponini, estão entre as abelhas mais comuns nas regiões tropicais do mundo e atualmente compreendem cerca de 550 espécies. Essas abelhas têm grande importância na polinização de plantas nativas e cultivos, além de possuírem associações históricas e atuais com sociedades humanas, adquirindo relevância cultural e econômica. A tribo faz parte do grupo das abelhas corbiculadas, caracterizadas pela presença de uma estrutura em forma de cesto na perna posterior, utilizada para carregar recursos florais. Apesar de ser um grupo de grande destaque dentre as abelhas, Meliponini carece de estudos taxonômicos e sistemáticos. Com uma quantidade significativa de táxons fósseis descritos, pouco foi feito para compreender o efeito do uso desse tipo de dado sobre as idades de divergência entre as linhagens da tribo. No presente projeto, pretendemos unir dados filogenômicos, morfológicos e fósseis para melhor compreender a história evolutiva das abelhas-sem-ferrão. Para isso, serão obtidas sequências de elementos ultraconservados (a sigla em inglês, 'UCEs') de aproximadamente 150 espécies viventes, que serão também incluídas em uma matriz morfológica revisada. Fósseis depositados no American Museum of Natural History (EUA) e na Universidade Federal do Paraná serão então analisados em uma abordagem de 'tip-dating' em conjunto com os táxons viventes representados por dados moleculares e morfológicos. Utilizaremos o modelo 'fossilized birth-death' com particionamento de caracteres morfológicos pelo critério de homoplasia. Esperamos não só compreender a história evolutiva do grupo e sua biogeografia, mas também explorar a combinação de dados filogenômicos e fósseis para a datação de divergências evolutivas.

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