| Processo: | 22/00900-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 29 de outubro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências |
| Pesquisador responsável: | Douglas Galante |
| Beneficiário: | Flávia Callefo |
| Supervisor: | Alexander Bjorling |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Lund University, Lund, Suécia |
| Vinculado à bolsa: | 20/02537-5 - Explorando a Nanopaleontologia: novos parâmetros de biogenicidade e estudo de bioassinaturas com a luz síncrotron, BP.PD |
| Assunto(s): | Radiação síncrotron Paleontologia Microbialitos Rochas Escala nanométrica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | microbialites | nanoMAX | nanopaleontology | paleometry | pytchotomography | Synchrotron | Paleontologia |
Resumo Rochas de idades pré-cambrianas podem fornecer informações importantes sobre a origem e evolução da vida na Terra, bem como sobre a interação entre a biosfera e a geosfera. Os registros de vida mais antigos têm muitas vezes sua biogenicidade questionada. Materiais como esses têm sido explorados usando técnicas convencionais com limitações de resolução espacial e espectral. Consequentemente, as bioassinaturas apresentadas são muitas vezes ambíguas. A possibilidade de aplicação de técnicas de resolução micro e nanométrica com múltiplos contrastes e alta sensibilidade em laboratórios síncrotrons de 3ª e 4ª geração pode trazer soluções em problemas relacionados à biogenicidade. Além disso, pode abrir uma janela para um novo campo de pesquisa, a Nanopaleontologia. O objetivo desta pesquisa é explorar este novo campo e propor novos critérios de biogenicidade de rochas. Para isso, será aplicada uma abordagem multitécnica e multiescala utilizando estações experimentais baseadas em síncrotron de 4ª geração com micro e nanofoco disponíveis na linha de luz Carnaúba (Sirius, Brasil) e NanoMAX (MAX IV, Suécia). Entre os desafios a serem enfrentados estão a avaliação da biogenicidade de rochas de até 3,7 bilhões de anos que podem constituir a mais antiga evidência de vida já encontrada na Terra; avaliar a preservação de morfologias, texturas e composição originais ao longo do tempo geológico e após processos diagenéticos; investigar as características composicionais, morfológicas e estruturais das amostras microbianas com ptico-tomografia, micro e nano XRF e XRD; avaliar melhores métodos de preparação de amostras geológicas e paleontológicas para as técnicas de nanoescala. Os resultados pretendidos têm potencial para tornar as linhas de luz envolvidas referências para estudos em Nanopaleontologia e Paleometria. (AU) | |
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