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Mapeamento espaço-temporal 2.5d do estoque de carbono orgânico dos solos do brasil

Processo: 21/10063-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:José Alexandre Melo Demattê
Beneficiário:Nícolas Augusto Rosin
Instituição Sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):23/11467-9 - Mapeamento espaço-temporal da dinâmica do estoque de carbono orgânico do solo no brasil e do potencial produtivo do mundo, BE.EP.DR
Assunto(s):Agricultura sustentável   Monitoramento ambiental   Mudança climática   Sensoriamento remoto   Pedometria
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Agricultura Sustentável | mapeamento digital de solos | Monitoramento ambiental | Mudanças Climáticas | Pedometria | Sensoriamento Remoto | Geotecnologias, Pedometria e Sensorimento Remoto Aplicado a Solos

Resumo

O solo é o maior reservatório terrestre de carbono. O carbono orgânico do solo (COS) é fundamental na qualidade do solo e na produtividade das culturas, estando diretamente associado com a mitigação das mudanças climáticas e segurança alimentar. O Brasil possui uma área de produção agrícola expressiva e um grande potencial de sequestro de COS. Mesmo assim, a distribuição espaço-temporal do estoque de COS no território é pouco conhecida, dificultando a implementação de políticas públicas de agricultura de baixo C. O objetivo dessa pesquisa é mapear a distribuição espaço-temporal 2.5D do COS (presente, passado e futuro) nos solos brasileiros com resolução detalhada para as camadas 0-5, 5-15, 15-30, 30-60 e 60-100 cm de profundidade, e identificar os principais fatores que controlam sua dinâmica por meio do uso de diferentes covariáveis derivadas de sensoriamento remoto e estratégias de modelagem. Três abordagens de mapeamento serão testadas para cada período de 5 anos no presente e passado: 1) Calibração e validação de modelo preditivo de COS para cada período; 2) Calibração de um modelo no período recente (2019-2023), que será utilizado para predizer o COS de cada período; 3) Calibração de um modelo único, que será utilizado para predizer o COS de cada período. Serão testadas também, diversas covariáveis estáticas (atributos do solo e relevo) e dinâmicas (clima, uso e cobertura da terra, índices de vegetação, reflectância do solo exposto e vegetação e frequência de solo exposto) no tempo, oriundas de sensoriamento remoto. Os modelos para previsões futuras seguirão a abordagem 2 e contarão com covariáveis obtidas/simuladas para cenários futuros. Os mapas finais serão validados com mapas existentes e pontos de amostragem. Espera-se obter e disponibilizar mapas inéditos, com resolução detalhada, do estoque de COS com intervalo temporal de 5 anos entre 1984 e 2023 e de 20 anos entre 2021 e 2100 para o território brasileiro, que possam servir de subsidio para políticas públicas.

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