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Produção dos fragmentos variáveis de cadeia única de anticorpo anti-RBD de SARS-CoV-2 em Saccharomyces cerevisiae e desenvolvimento de kit diagnóstico de COVID-19

Processo: 21/13013-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Vigência (Término): 31 de março de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Sandro Roberto Valentini
Beneficiário:Enzo Corvello
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Kit de reagentes para diagnóstico   Anticorpos de cadeia única   Saccharomyces cerevisiae   COVID-19   SARS-CoV-2 receptor binding domain

Resumo

A pandemia do novo coronavírus (COVID-19) causou impactos socioeconômicos pelo mundo, gerando um retrocesso que colocou em evidência a fome e o desemprego. Por ser um vírus que circula pelo ar e secreções, várias medidas foram tomadas para controlar a disseminação. Todavia, visando um controle mais assertivo dos contaminados, foi vista a necessidade de elaborar testes diagnósticos específicos e sensíveis ao SARS-CoV-2, sendo que o teste padrão (RT-PCR) tem alto custo e demanda equipamentos e pessoal especializados. Além disso, um empecilho para a autonomia brasileira no cenário da testagem foi a falta de tecnologia que possibilitasse ao país desenvolver e produzir insumos para a produção dos kits diagnósticos. Isto deixou o Brasil à mercê da disponibilização dos mesmos a partir de países que também enfrentam a pandemia e possuem um mercado interno e externo para atender. Pensando nisso, esse projeto visa realizar a produção de fragmentos variáveis de cadeia única (scFv) do anticorpo CC12.1, que tem grande afinidade ao domínio de ligação ao receptor (RBD) do SARS-CoV-2, em S. cerevisiae, purificá-lo e aplicá-lo em um protótipo de teste diagnóstico. Para tanto, a sequência codificadora do fragmento variável da cadeia leve será ligada à sequência da pesada por um linker que codifica uma repetição de serinas e glicina. Em seguida, a construção será clonada em vetor de expressão em levedura induzível por galactose e que permite a fusão do inserto a uma cauda de seis histidinas. Após transformar, induzir e confirmar a expressão do scFv na levedura, as células serão lisadas e o scFv purificado por cromatografia de afinidade a metal, sendo então empregado em um protótipo de teste imunoenzimático a fim de verificar sua aplicabilidade e estabilidade. (AU)

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