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Plataforma teranóstica composta por hipertermia magnética, ultrassom e imagem fotoacústica

Processo: 22/01470-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Vigência (Término): 31 de março de 2026
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica - Engenharia Médica
Pesquisador responsável:Theo Zeferino Pavan
Beneficiário:José Eduardo Freire
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:21/06728-2 - Imagens fotoacústicas e ultrassônicas em aplicações teranósticas, AP.JP2
Assunto(s):Nanopartículas   Ultrassom   Hipertermia   Fotoacústica   Modelos animais
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Hipertermia Magnetica | Imagem fotoacústica | imagem térmica | nanopartícula | tumor | ultrassom | Ultrassom

Resumo

A hipertermia magnética é uma promissora modalidade de tratamento de Câncer, contudo desafios como mapear as nanopartículas (NPs) magnéticas nos tecidos e monitorar a temperatura durante o tratamento dificultam que essa técnica seja efetivamente aplicada na rotina clínica. Com o objetivo de avançar esse método terapêutico, este projeto de pesquisa visa desenvolver e avaliar métodos baseados em imagens de ultrassom, fotoacústica e magnetoacustografia (MMUS), integrados à hipertermia magnética, em uma plataforma teranóstica. Com isso, pretendemos aplicar os métodos de imagem mencionados para localizar NPs magnéticas e medir parâmetros terapêuticos durante o procedimento de hipertermia, como temperatura e saturação de oxigênio. Em um estudo recente do nosso grupo de pesquisa, mostramos que imagens de MMUS e imagens térmicas por ultrassom podem ser usadas para mapear a localização das NPs magnéticas e as variações de temperatura do tecido durante o procedimento de hipertermia. Neste projeto de doutorado, pretendemos incluir recursos da imagem fotoacústica a esta plataforma teranóstica para melhorar a resolução e a sensibilidade do sistema para localizar as NPs e monitorar a temperatura. Para avaliar os sistemas as serem desenvolvidos utilizaremos phantoms de gelatina/agar. Esses phantoms terão propriedades ópticas e acústicas semelhantes ao tecido. A plataforma teranóstica em desenvolvimento também será avaliada em experimentos com camundongos. (AU)

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