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Fatores psicológicos e de processamento da dor em indivíduos com e sem dor femoropatelar: diferenças entre os sexos e relação com a dor, função e a qualidade de vida.

Processo: 22/01558-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2022
Vigência (Término): 31 de março de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Fábio Mícolis de Azevedo
Beneficiário:Júlia de Cássia Pinto da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Fisioterapia   Síndrome da dor patelofemoral   Transversalidade   Análise de variância   Estudo comparativo

Resumo

A dor femoropatelar (DFP) é uma condição multifatorial que envolve fatores mecânicos e não mecânicos, como os psicológicos e de processamento da dor (e.g., hiperalgesia). Níveis elevados de cinesiofobia, catastrofização da dor e hiperalgesia estão presentes em populações mistas (homens e mulheres) de indivíduos com DFP. Contudo, a cinesiofobia, catastrofização da dor e a hiperalgesia difere entre homens e mulheres em outras desordens musculoesqueléticas. A DFP também é caracterizada por diferenças sexuais, como evidenciado pela maior incidência, prevalência, e alterações biomecânicas em mulheres em comparação aos homens. Até o momento, não foi investigado se os níveis de cinesiofobia, catastrofização da dor e hiperalgesia diferem entre homens e mulheres com e sem DFP e se esses desfechos estão relacionados com a dor, função e qualidade de vida do mesmo modo em ambos os sexos. Investigar essas lacunas pode indicar se avaliações e intervenções específicas para fatores psicológicos e de processamento da dor devem ser personalizadas de acordo com o sexo dos participantes. Objetivos: comparar os níveis de cinesiofobia, catastrofização da dor e limiares de dor a pressão entre homens e mulheres com e sem DFP e investigar se esses desfechos estão relacionados com a dor, função e qualidade de vida em homens e mulheres com e sem DFP. Métodos: vinte e um homens com DFP; 21 mulheres com DFP; 21 homens sem DFP e 21 mulheres sem DFP, com idades entre 18-40 anos serão recrutados para este estudo transversal. Os níveis de cinesiofobia e catastrofização da dor serão avaliados pela Tampa Scale of Kinesiophobia (TSK) e Pain Catastrophizing Scale (PCS), respectivamente. Os sintomas de hiperalgesia serão avaliados por meio dos limiares de dor a pressão obtidos com um algômetro digital aplicado no centro da patela e no ombro contralateral dos participantes. O pior nível de dor no mês anterior será avaliado pela escala visual analógica de dor (EVA), a função auto reportada pela Anterior Knee Pain Scale (AKPS) e a qualidade de vida pelo Medical Outcome Short-Form 36 (SF-36). Análise de variância de uma via (ANOVA two-way) ou correspondente não paramétrico será utilizado para a comparação entre os grupos. Coeficientes de correlação de Pearson ou Spearman serão utilizados para investigar as relações entre os desfechos.(AU)

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