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Avaliação imunoistoquímica comparativa de receptores de efrinas no Carcinoma espinocelular cutâneo de pacientes imunossuprimidos versus imunocompetentes

Processo: 21/12501-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2022
Vigência (Término): 31 de outubro de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Fernanda Viviane Mariano Brum Corrêa
Beneficiário:Rayssa de Jesus Reis
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Patologia clínica   Carcinoma de células escamosas   Microambiente tumoral   Expressão de proteínas   Imunossupressão   Imunocompetência   Imuno-histoquímica   Estudo comparativo
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Carcinoma de Células Escamosas Cutâneo | Efrinas | microambiente tumoral | Patologia de cabeça e pescoço

Resumo

O Carcinoma Espinocelular (CEC) é o segundo câncer de pele do tipo não-melanoma mais comum. Em pacientes imunossuprimidos, essa incidência aumenta ainda mais, assim como a agressividade do tumor. Os receptores de carcinoma hepatocelular produtores de eritropoetina (Eph) estão relacionados com vias de sinalização que controlam a migração e morfologia celular. O desenvolvimento tumoral, muitas vezes, está relacionado ao fato de alguns desses processos se tornarem desregulados. Dessa forma, a expressão de receptores Eph pode ser encontrada em tecidos normais e tecidos tumorais, assim como no microambiente tumoral. Os receptores EphB2 e EphA3, estão relacionados com diversos tipos de câncer, como o câncer de próstata, pulmão e colorretal. O receptor EphB2 está envolvido na oncogênese do CEC cutâneo (CECC), no qual sua regulação negativa é responsável por suprimir a proliferação, invasão e migração de células em cultura. Na tentativa de melhor compreender o microambiente tumoral do CECC, o objetivo deste estudo é avaliar, comparativamente, os níveis de expressão de receptores EphB2 e EphA3 em casos de CECC de pacientes imunossuprimidos e imunocompetentes. A análise da expressão proteica será realizada e, posteriormente, correlacionado com as características clinicopatológicas dos pacientes. Buscamos compreender o comportamento destas células tumorais no contexto da evasão imune, assim como desvendar potenciais caminhos para o desenvolvimento de novos ensaios que possam viabilizar terapias alvo tumoral, que reflitam em instrumentos para aplicação clínica e benefício de futuros pacientes acometidos por estas neoplasias. (AU)

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