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Investigação molecular e funcional da interação entre as proteínas DUSP12 e HP1BP3 em células tumorais humanas

Processo: 22/00348-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2022
Vigência (Término): 30 de abril de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Fábio Luis Forti
Beneficiário:Ana Laura Chaves Ferreira
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Células tumorais   Expressão de proteínas   Estresse oxidativo   Adenocarcinoma   Estabilidade

Resumo

O genoma humano expressa cerca de 100 enzimas tirosina fosfatases (PTKs) funcionais que desfosforilam preferencialmente resíduos de tirosina - mas também tirosina/serina ou tirosina/treonina - fosforilados em substratos protéicos, e ainda outras fosfo-biomoléculas. Alguns membros desta classe apresentam níveis de expressão protéica aumentada em certos tipos de tumores humanos como mamários, cervicais, colorretais, pulmonares, pancreáticos, hepáticos e gástricos. Várias evidências experimentais mostram que algumas destas enzimas podem atuar na regulação direta ou indireta de mecanismos de manutenção de estabilidade genômica como ciclo celular, reparo de DNA, organização da cromatina, expressão gênica e até arquitetura nuclear, os quais são imprescindíveis na transformação e/ou resistência tumoral. Nosso grupo trabalhou previamente na identificação de parceiros protéicos da tirosina fosfatase de especificidade dual 12 - DUSP12, também conhecida como YVH1 - em linhagens celulares de adenocarcinomas de mama e pulmão submetidas a diferentes tipos de estresse oxidativo e genotóxico, e conseguiu identificar alvos nucleares importantes de DUSP12, como por exemplo a proteína HP1BP3, que tem funções relacionadas com o remodelamento da cromatina. Este projeto tem a finalidade de investigar detalhes moleculares da interação entre as proteínas DUSP12 e HP1BP3 e sua relevância em processos nucleares envolvidos com a malignidade de certas células tumorais e, consequentemente, poder apontar relações funcionais entre ela e mecanismos de estabilidade genômica e reorganização de cromatina. Uma maior compreensão dos mecanismos biológicos de ação da DUSP12 pode identificar potenciais relações com distúrbios celulares e, conhecendo melhor as interações subjacentes ao processo patológico, sugerir terapias que interfiram na atividade dessa fosfatase cujo potencial como alvo clínico de drogas ainda é uma janela aberta para oportunidades terapêuticas. (AU)

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