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Formação de satélites em torno dos planetas gigantes gasosos através de disco de decreção em um modelo rico em sólidos e pobre em gás

Processo: 21/12908-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2022
Vigência (Término): 31 de março de 2023
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astronomia do Sistema Solar
Pesquisador responsável:Ernesto Vieira Neto
Beneficiário:Julio Cesar Monteiro dos Santos
Instituição Sede: Faculdade de Engenharia (FEG). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Guaratinguetá. Guaratinguetá , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/24561-0 - A relevância dos pequenos corpos em dinâmica orbital, AP.TEM
Assunto(s):Satélites   Planetas   Formação do sistema solar
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Disco de decreção | Formação planetária | Modelo de Déficit de Gás | Modelo de Massa Mínima | Modelo híbrido | Satélites Regulares | Formação de Satélites Regulares

Resumo

A formação dos satélites regulares dos planetas gasosos no sistema solar é explicada por dois principais modelos. Esses modelos explicam as formações dos satélites galileanos e Titã, como ocorridas em disco circumplanetário de acreção composto por gás e sólidos ao redor de Júpiter e Saturno, respectivamente, nos primeiros milhões de anos do Sistema Solar. O modelo de massa mínima para subnebula foi proposto por Lunine e Stevenson (1982) e traz um disco circumplanetário estático e sem fluxo de material vindo do disco protoplanetário. O modelo de déficit de gás (Canup e Ward, 2002) apresenta um disco circumplanetário continuamente alimentado pelo fluxo de material vindo do disco protoplanetário através de braços espirais (Kley, 1999; Lubow, Seibert e Artymowicz, 1999). Dentro desses discos o material sólido teria formado os satelitesimais através de algum mecanismo físico, auxiliado por mecanismos gravitacionais e hidrodinâmicos dando origem as luas observadas hoje (Peale, 1999). Todavia, o aperfeiçoamento de simulações hidrodinâmicas sobre o disco circumplanetário tem levantado algumas questões sobre a formação de satélites (Tanigawa et al. 2012; Morbidelli et al. 2014; Szulágyi et al. 2014, 2016; Lambrechts et al. 2019). Entre essas questões estão o acumulo de sólidos necessário para a formação dos satélites no disco, assim como o próprio processo de formação e crescimento dos satelitesimais em satélites. Somado a isso, uma completa compreensão da formação dos satélites dos planetas gigantes gasosos do sistema solar ainda carece de informações (Canup e Ward 2009; Miguel e Ida 2016; Ronnet e Johansen 2020). Visando contribuir com o entendimento dos processos que levaram a formação dos satélites dos planetas gigantes gasosos, este projeto de doutorado propõe estudar a formação desses satélites em um disco de decreção (Batygin e Morbidelli, 2020) considerando um modelo híbrido dos principais modelos de formação. (AU)

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