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ABA 1955-1964: a emergência do escopo de atuação da Associação Brasileira de Antropologia

Processo: 22/03351-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Vigência (Término): 31 de março de 2023
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Antropologia
Pesquisador responsável:Luís Felipe Bueno Sobral
Beneficiário:Isabella Grizotti Trevine
Instituição Sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/05567-5 - Historiografia da antropologia, AP.JP
Assunto(s):História da antropologia   Políticas públicas   Instituições
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Associação Brasileira de Antropologia (ABA) | Ética antropológica | instituição | Politicas Públicas | 1955-1964 | História da Antropologia

Resumo

Fundada em 1955, durante a II Reunião Brasileira de Antropologia (Salvador), pela comissão integrada por Álvaro Fróes da Fonseca, Edgard Roquette Pinto, Arthur Ramos e Heloisa Alberto Torres, a Associação Brasileira de Antropologia (ABA) é uma das maiores e mais antigas associações científicas brasileiras. Seu escopo de atuação é bastante amplo. De um lado, a ABA consiste em um fórum de discussões acadêmicas para o campo antropológico, incluídas aí todas as questões que dizem respeito às condições éticas nas quais a pesquisa antropológica se realiza. De outro, ela atua de forma saliente no âmbito das políticas públicas referentes à educação, à ação social e à defesa dos direitos humanos. Nesse sentido, destaca-se a mediação fundamental realizada pela ABA entre o Estado e as sociedades indígenas, garantindo os direitos destas na Constituição. No entanto, pouco se sabe ainda sobre os anos iniciais da ABA, da fundação ao golpe militar de 1964, período no qual seu escopo de atuação começou justamente a tomar forma. Nesse sentido, o acervo da associação oferece um corpus valioso de informações ainda pouco explorado. Conservado no AEL, ao qual foi doado durante a gestão de Mariza Corrêa (1996-1998) por conta do "Projeto História da Antropologia no Brasil", tal acervo inclui documentos textuais e iconográficos (mapas, cartazes, ilustrações, desenhos) referentes não somente às atividades institucionais da ABA, mas também a pareceres e relatórios produzidos por terceiros. Dessa maneira, com uma análise vertical desse conjunto documental do acervo, será possível aprofundar nosso conhecimento sobre esse período importante da história da associação, realizando assim uma contribuição valiosa sobre a história da antropologia no Brasil em meados do século XX, um momento ainda pouco estudado. (AU)

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