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Conexões atlânticas: Angola e Pernambuco na construção do Império colonial Habsburgo (1590-1630)

Processo: 20/06789-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea
Pesquisador responsável:Pedro Luis Puntoni
Beneficiário:Alec Ichiro Ito
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):22/12805-2 - Saberes, memórias e os arquivos ibéricos no governo do Brasil e de Angola (1590-1630): frente portuguesa, BE.EP.DR   22/12806-9 - Saberes, memórias e os arquivos ibéricos no governo do Brasil e de Angola (1590-1630): frente espanhola, BE.EP.DR
Assunto(s):História da África   História moderna   Império   Período Colonial (1500-1822)   Escravidão   Tráfico de pessoas   Angola   Pernambuco   Atlântico Sul
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:História da África | História de Angola | Historia do Atlântico Sul (sécs | História do Brasil Colônia | história moderna | Tráfico de escravos (sécs | XVI e XVII) | História Atlântica

Resumo

Suscitando a importância de uma análise comparada e interconectada, propomos um estudo sobre as relações entre Angola e Pernambuco de 1590 a 1630. Debruçar-nos-emos em um período crucial para a consolidação do Império colonial Habsburgo no Atlântico Sul, durante o qual vigorou a recomposição transicional da mão de obra escrava na América portuguesa e a consolidação da colônia exportadora de escravizados de Angola. Nossos objetivos principais são: (I) identificar as conexões entre a produção e o trabalho em Pernambuco e Angola e definir qual era a participação da Coroa no escravismo atlântico; (II) analisar as relações sociopolíticas existentes entre os agentes e grupos envolvidos no tráfico e na exploração da mão de obra escrava; (III) precisar quais são as relações entre o projeto ultramarino da Casa de Habsburgo e as bases produtivas das colônias. Um objetivo menor é o de (IV) disponibilizar algumas transcrições inéditas de manuscritos. Duas hipóteses de trabalho arquitetam este projeto. A primeira é a da existência de um projeto ibero-atlântico para a organização das relações de dominância colonial; a segunda é aventar uma repactuação do contrato sociopolítico, neste momento, entre centros e periferias. Nosso método é empírico, materialista e suscita um escopo analítico capaz de aproximar e distanciar, ascender e descender, a ótica de visão. No mais, visamos a uma História Atlântica, próxima daquilo que os americanos chamam de Atlantic History, os franceses de Monde Atlantique e os ingleses talvez aloquem em Global Studies, destacando a importância brasileira e portuguesa para a temática. (AU)

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