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Bioatividade do fitoestrógeno Vitex agnus-castus L. (chaste berry) na modulação da osteogênese in vitro e proteção contra perda de tecido ósseo mandibular e femoral em modelo experimental de Osteoporose em ratas

Processo: 21/14976-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de junho de 2022
Vigência (Término): 31 de maio de 2026
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Karina Fittipaldi Bombonato Prado
Beneficiário:Maria Carolina Coelho
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Histologia   Cultura de células animais   Fitoestrógenos   Vitex agnus-castus   Osteogênese   Reabsorção óssea   Mandíbula   Osteoporose   Estresse oxidativo   Estradiol   Modelos animais de doenças

Resumo

A Osteoporose é uma doença de alta prevalência na população, com patogênese associada ao estresse oxidativo causando um desequilíbrio no processo de homeostase óssea, com alta reabsorção e baixa deposição de matriz mineralizada. Diversos são os tratamentos para a Osteoporose, mas os mesmos se caracterizam pela alta incidência de efeitos colaterais indesejáveis, o que leva ao aumento da busca por terapias alternativas que sejam eficazes, mas que ao mesmo tempo não tragam tais prejuízos ao organismo. Evidências mostram que os fitoestrógenos, encontrados em abundância no reino vegetal, poderiam ser usados como alternativas de tratamento para a Osteoporose por possuírem efeito semelhante ao do estrógeno no organismo que, por sua vez, age aumentando a taxa de deposição e reduzindo a taxa de reabsorção óssea, além de possuir efeito antioxidante, atuando de forma a proteger as células contra os efeitos causados pelas Espécies Reativas de Oxigênio (EROs) produzidas pelo estresse oxidativo. Sendo assim, a proposta do presente trabalho é avaliar o efeito do fitoestrógeno Vitex Agnus-Castus (VAC) in vivo e in vitro, comparado ao ß-estradiol (EST), na função osteogênica de células osteoblásticas em presença e ausência de estresse oxidativo e na perda óssea em ratas submetidas a um modelo experimental de Osteoporose. Para isso, células da linhagem osteoblástica MC3T3-E1 serão cultivadas e divididas em grupos controle e grupos com indução in vitro de estresse oxidativo por peróxido de hidrogênio. Esses dois grupos, por sua vez, serão subdivididos em três grupos: 1) Grupo sem tratamento; 2) Grupo com adição de 10-8 mol.L-1 de ß-estradiol; 3) Grupo com adição de Vitex agnus castus (concentração a ser definida). Os grupos celulares serão submetidos a ensaios bioquímicos e de biologia molecular, como análise da proliferação celular (MTT), detecção e quantificação da enzima fosfatase alcalina e de nódulos mineralizados, além da detecção intracelular de EROs e análise da expressão de genes relacionados à osteogênese e ao estresse oxidativo. As células mesenquimais da medula óssea do fêmur serão utilizadas para testes de mineralização. Para análise in vivo, ratas Sprague-Dawley serão divididas em grupo controle (SHAM) e grupo com indução de Osteoporose experimental. Esses dois grupos serão subdivididos em três grupos: 1) Administração de água; 2) Administração de 20 µg/mL de ß-estradiol; 3) Administração de 200 mg/mL de Vitex agnus-castus (VAC). Essa administração ocorrerá imediatamente após a ovariectomia por 12 semanas e então será realizado o sacrifício e coleta de material que, por sua vez, será submetido à análise histológica qualitativa e quantitativa do trabeculado ósseo, assim como à análise microtomográfica e estereológica para estudo da microarquitetura óssea. Os dados obtidos serão analisados estatisticamente pelo software Graph Pad Prism 5.0 com nível de significância de 5%. (AU)

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