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Vulnerabilidade socioambiental de áreas com alta ocorrência de movimentos de massa e inundações nos municípios de Petrópolis e Teresópolis, Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, Brasil

Processo: 22/01202-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de maio de 2022
Vigência (Término): 30 de abril de 2025
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Raul Reis Amorim
Beneficiário:Isabelle Salazar Vieira Alves
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Vulnerabilidade   Vulnerabilidade socioambiental   Inundações   Desenvolvimento social   Desenvolvimento econômico   Resiliência   População   Petrópolis (RJ)   Teresópolis (RJ)

Resumo

Estudos indicam que a ocorrência de desastres estão se intensificando e aumentando sua frequência. Dados também mostram que países com menores índices de desenvolvimento econômico e social possuem maior gravidade pois é a vulnerabilidade que está relacionada ao desenvolvimento. Dessa forma, são prioridades o avanço de políticas de redução de riscos e a construção de resiliência. Sabe-se que a Região Serrana do Rio de Janeiro é conhecida pelas recorrentes ocorrências de movimentos de massa e inundações. Logo, pretende-se compreender a origem desses fenômenos, realizando uma análise sistêmica por meio da teoria geral dos sistemas e, analisar a exposição e o processo de resiliência das populações, indivíduos e grupos familiares que são atingidos nos municípios de Petrópolis e Teresópolis, de forma a agregar na discussão da vulnerabilidade socioambiental. E demonstrar como a vulnerabilidade cria condições para os desastres e limita estratégias de prevenção e mitigação, discutindo os desafios para a redução dos riscos de desastres e a construção da resiliência, como modificações nos padrões de desenvolvimento social, econômico e ambiental. Para tal, será realizado, primeiramente, a análise dos geossistemas que utilizará os dados disponíveis pelo Departamento de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro (DRM-RJ), Instituto Estadual do Ambiente (INEA-RJ), EMBRAPA-SOLOS e Serviço Geológico do Brasil (CPRM), e como ferramenta o software ArcGIS 10.8. A segunda etapa será a aplicação de questionários em setores censitários de forma a compreender a exposição e os componentes da resiliência da população, como saúde, renda, educação, saneamento básico, condições do entorno, entre outros. Por fim, espera-se atingir resultados significativos capazes de auxiliar os órgãos governamentais, como Prefeituras e Secretarias de Defesa a Civil, em seus respectivos planos de prevenção, mitigação e resposta. (AU)

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