| Processo: | 22/03364-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal |
| Pesquisador responsável: | Maria Izabel Souza Camargo |
| Beneficiário: | Odaiza da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Carrapatos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | carrapatos | enzimas hepáticas | hospedeiros | Morfohistologia | Nexgard | R | sanguineus | Morfologia e Toxicologia |
Resumo A espécie Rhipicephalus sanguineus l.s., comumente conhecida como carrapato-vermelho-do-cão, tem como principal hospedeiro os canídeos, e vem sendo considerada importante por causar nestes várias doenças infecciosas. Para o seu controle vem sendo sistematicamente utilizados produtos químicos, com bases sintéticas, porém, o uso desses produtos, apesar de eficientes vem gerando danos não só à saúde do hospedeiro, mas também ao meio ambiente. Diante disso a necessidade de se buscar substancias que possam controlar esses ectoparasitas e ainda não provocar prejuízos aos organismos não alvos, incluindo os hospedeiros, tem sido uma constante e, assim a presente proposta de desenvolver um estudo comparativo que tenha como modelo biológico o hospedeiro, e não o ectoparasita, avaliando nestes de forma comparativa o potencial tóxico de um químico de base sintética, a saber, o afoxolano (Nexgard®) e de bioativos (naturais, portanto) derivados do ácido ricinoleico do óleo de mamona (ésteres). Estes últimos já tiveram comprovada sua eficiência como acaricida em experimentos de laboratório e agora nessa etapa pretende-se confirmar se os mesmos podem ser tóxicos quando os hospedeiros a eles expostos tiverem o fígado e o baço analisados morfofisiologicamente e clinicamente. Além dos estudos de morfologia, histologia e histoquímica, também serão realizados testes clínicos para dosagens das enzimas ALT, AST e FA, informações estas que serão importantes para a recomendação do uso em campo dos ésteres derivados do óleo de mamona como agente de controle de carrapatos R. sanguineus l.s. | |
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