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Filogenia, tempos de divergência e biogeografia histórica de Xenarthra (Mammalia, Eutheria): combinando dados morfológicos e moleculares

Processo: 22/00044-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2022
Vigência (Término): 31 de julho de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia
Pesquisador responsável:Max Cardoso Langer
Beneficiário:Daniel de Melo Casali
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:20/07997-4 - Explorando a diversidade dos dinossauros do Cretáceo Sul-Americano e suas faunas associadas, AP.TEM
Assunto(s):Sistemática   Biogeografia   Filogenia   Xenarthra   Mammalia   Evolução animal

Resumo

Os Xenarthra constituem um grupo de mamíferos placentários com ampla distribuição temporal e geográfica, composto por dois grandes clados - Pilosa (Preguiças e Tamanduás) e Cingulata (Tatus, Gliptodontes e Pampatérios). Historicamente, os Xenartra têm sido mais estudados em contextos filogenéticos utilizando dados morfológicos, mas as evidências moleculares assumiram um importante papel nos últimos anos, inclusive através da amostragem de táxons extintos. As inferências filogenéticas obtidas com base em cada um destes tipos de dados têm se mostrado conflituosas, especialmente para as Preguiças e Cingulados, e análises filogenéticas combinadas foram pouco exploradas. A despeito da disponibilidade de filogenias moleculares recentes incluindo a maioria das espécies atuais (e algumas extintas) de Xenarthra, o último estudo de filogenia morfológica que incluiu, concomitantemente, uma amostragem representativa de Cingulata e Pilosa foi realizado há mais de três décadas, sendo que a descoberta de novos materiais, mudanças taxonômicas e avanços nas metodologias para as inferências filogenéticas o tornaram desatualizado. Este trabalho se propõe em analisar conjuntamente dados morfológicos e moleculares para uma ampla amostragem de táxons, obtendo estimativas das relações filogenéticas, tempos de divergência e dinâmicas biogeográficas dos Xenarthra em uma perspectiva integrativa, utilizando para tal metodologias diversificadas e atuais. Com isso, objetiva-se obter um melhor conhecimento da evolução no grupo, bem como compreender melhor os conflitos entre os dados de naturezas distintas. (AU)

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