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Avaliação de diferentes co-solventes do etanol para extração de óleo de massa expandida de soja

Processo: 22/02434-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2022
Vigência (Término): 30 de junho de 2023
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos
Pesquisador responsável:Christianne Elisabete da Costa Rodrigues
Beneficiário:Isabela Cecília Rodrigues Souza
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/21252-0 - Equilíbrio e processos de produção de biocombustíveis e bioprodutos, AP.TEM
Assunto(s):Extração líquido-líquido   Estabilidade química   Óleos vegetais   Etanol   Soja

Resumo

O solvente comumente utilizado na extração industrial de óleos vegetais é uma mistura de isômeros do n-hexano, o qual apresenta estabilidade química e alta capacidade de extração de triacilgliceróis. Em contrapartida, possui desvantagens tais como alta toxicidade, inflamabilidade e grande capacidade poluidora quando não recuperado de maneira adequada, uma vez que é de origem fóssil. Devido aos riscos à saúde e ao meio ambiente associados a esse solvente, outras substâncias têm sido estudadas para a extração de óleos vegetais. O etanol apresenta-se como um dos solventes alternativos mais promissores uma vez que possui menor toxicidade que o hexano, pode ser obtido a partir de fontes renováveis, apresenta grande produtividade a baixo custo no Brasil e, devido sua maior polaridade, pode viabilizar a obtenção de óleos enriquecidos em compostos nutracêuticos. Entretanto, algumas restrições limitam a industrialização da extração de óleos vegetais com etanol, pois este, em comparação com o hexano, apresenta menor seletividade a triacilgliceróis, maior custo de recuperação para reutilização no processo e menor capacidade de solubilização do óleo. Esta última desvantagem implica no uso de maiores quantidades de etanol, quando comparado ao hexano, para extração da mesma quantidade de óleo vegetal de uma matriz sólida. A vazão requerida de etanol é cerca de 280 % maior que a vazão do hexano, o que pode comprometer a viabilidade do processo de extração de óleo com o solvente alternativo renovável. Neste contexto, este projeto de iniciação científica tem como objetivo avaliar a utilização de diferentes compostos (ésteres graxos, ácidos graxos, álcoois de cadeia longa, entre outros) como co-solventes do etanol almejando o aumento da solubilidade dos lipídeos. Os solventes mistos (etanol + co-solvente) serão avaliados na extração de óleo de massa expandida de soja, sendo monitorados o rendimento de extração, partição do óleo entre as fases extrato e rafinado e o índice de solubilidade de nitrogênio da fração proteica desengordurada.(AU)

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