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Os trânsitos das escultoras Felícia Leirner, Pola Rezende e Liuba Wolf e de suas obras na Europa (1946-1963)

Processo: 22/05098-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 12 de setembro de 2022
Vigência (Término): 11 de dezembro de 2022
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Artes - Fundamentos e Crítica das Artes
Pesquisador responsável:Ana Gonçalves Magalhães
Beneficiário:Marina Mazze Cerchiaro
Supervisor: Thierry Francois Paul Dufrene
Instituição Sede: Museu de Arte Contemporânea (MAC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Université Paris Ouest Nanterre La Défense (Paris 10), França  
Vinculado à bolsa:21/01724-9 - Pola Rezende, Felícia Leirner, Liuba Wolf e Érika Steinberger: escultoras imigrantes do Leste Europeu no acervo do MAC/USP (1940-1970), BP.PD
Assunto(s):Escultura   Modernismo no Brasil   História da arte
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:escultura | Modernismo brasileiro | mulheres artistas | trânsitos internacionais | História da arte

Resumo

O objetivo deste projeto é pesquisar os trânsitos de Liuba Wolf e Pola Rezende e o processo de musealização das obras de Felícia Leirner na Europa. Essas três escultoras, originárias do Leste Europeu (a primeira da Bulgária e as duas outras da atual Polônia), imigraram para o Brasil no século XX, onde expuseram regularmente. Algumas de suas obras estão salvaguardadas pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP).Algumas cidades da Europa têm grande importância na trajetória dessas artistas. Parte da formação e da carreira de Liuba Wolf se desenvolveu em Paris, onde ela manteve um ateliê; em 1951, Pola Rezende realizou uma viagem de seis meses, visitando Paris, Londres, Madri e várias cidades na Itália, o que impactou sua produção e suas ideias de arte; durante 1955 e 1963, Felícia Leirner teve muitas de suas obras integradas a coleções de museus europeus (Musée Nationale d'Art Moderne, em Paris, Stedelijk, em Amsterdã, Royaux de Belgique, em Bruxelas, Tate Gallery, em Londres, Galleria Nazionale d'Arte Moderna, em Roma, e Galeria de Arte Moderna de Belgrado). No entanto, as relações entre suas obras e o ambiente artístico europeu ainda não foram investigadas. Assim, esta pesquisa contribuirá para ampliar o conhecimento sobre a escultura moderna brasileira e suas relações com o contexto artístico europeu, em particular o francês, partindo da perspectiva de mulheres artistas que ocupam um lugar marginal na história da arte.

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