| Processo: | 21/13569-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea |
| Pesquisador responsável: | Raquel Gryszczenko Alves Gomes |
| Beneficiário: | Aly Brenner Nogueira Pereira |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Segunda Guerra Mundial (1939-1945) História da África |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cinema senegalês | História e Cinema | massacres coloniais | Ousmane Sembène | Segunda Guerra Mundial | História da África |
Resumo Ousmane Sembène, conhecido como "pai do cinema africano", é um literato e cineasta senegalês que realizou diversos filmes; duas dessas obras retratam o Senegal colonial durante a década de 1940, em específico na Segunda Guerra Mundial. Emitai (1971) reconta um massacre que ocorreu no ano de 1942, em Casamansa, quando camponeses diolas se recusaram a dar aos comandantes coloniais um volume de arroz superior ao que eles realmente eram capazes de produzir. A revolta, liderada por Aline Diatta, acabou sendo fortemente reprimida. Camp de Thiaroye (1988), nossa segunda fonte primária, ambienta-se em Thiaroye, em 1944, e conta a história do massacre dos tirailleurs sénégalais que, depois de lutarem pela libertação francesa, voltam para o seu país e acabam sendo mortos pelos colonos. O objetivo do projeto é analisar tais fontes considerando suas singularidades como fontes cinematográficas, relacionando-as com autores mobilizados pela teoria pós-colonial, como Aimé Césaire e Frantz Fanon. Partindo do pressuposto de que ambas as obras contribuem para a memória da colonização francesa a partir da reconstituição de acontecimentos históricos, desejamos compará-las em termos de narrativa, com enfoque principal dado ao filme de 1971. Além disso, pretendemos pensar o caráter comunicador do cinema e o papel político-pedagógico na produção de Sembène, relacionando-a, assim, aos textos de Arnold Hauser e Walter Benjamin, sobre o caráter social da Arte. | |
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