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A configuração e regulação dos ritmos circadianos em operárias de abelhas sem ferrão (Melipona quadrifasciata)

Processo: 22/05723-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2022
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal
Pesquisador responsável:Klaus Hartmann Hartfelder
Beneficiário:Arthur Roque Justino
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:20/13296-9 - Bases moleculares da plasticidade de comportamento e das estratégias reprodutivas na evolução das histórias de vida em abelhas sem ferrão neotropicais (Meliponini), AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):23/02449-7 - Investigação de proteínas do relógio circadiano no cérebro de uma abelha sem ferrão (Melipona quadrifasciata), BE.EP.IC
Assunto(s):Biologia do desenvolvimento   Cronobiologia   Ritmo circadiano   Melipona quadrifasciata
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:cronobiologia | Meliponini | ritmo circadiano | Biologia do desenvolvimento

Resumo

Os ritmos circadianos dos insetos são gerados por uma alça gênica oscilatória e autorregulatória, cuja organização é pouco caracterizada em abelhas altamente sociais e nativas do Brasil, da tribo Meliponini. Na abelha melífera, Apis mellifera, o funcionamento molecular do ritmo circadiano é muito bem caraterizado e é mais similar ao de humanos do que de Drosophila. Ademais, ao longo do seu ciclo de vida, as operárias de A. mellifera apresentam uma transição interessante, de atividades sem ritmicidade circadiana enquanto cuidam da cria, para atividade rítimica quando se tornam campeiras. Dessa forma, o objetivo do presente projeto é caracterizar os padrões de expressão gênica dos componentes que constituem o relógio circadiano na abelha sem ferrão Melipona quadrifasciata. Assim, já tendo sido observados comportamentos rítmicos em abelhas nutridoras e forrageiras de M. quadrifasciata, faremos a análise da expressão de genes do relógio circadiano em abelhas nutridoras de 15 dias, e em abelhas que se encontram em fase de transição para forrageiras, de 25 dias, em diferentes horários do dia. Busca-se, também, caracterizar anatomicamente as regiões cerebrais envolvidas na organização e geração circadiana, por meio de sondas para hibridização fluorescente in situ (FISH). Somado a isso, testaremos também a hipótese de que, diferente das abelhas melíferas, a presença da rainha, e as atividades rítmicas envolvidas no Processo de Provisionamento e Oviposição (POP) podem agir como configuradores do ritmo circadiano em abelhas sem ferrão. Para isso, compararemos a expressão gênica do componentes relógio circadiano em abelhas nutridores (15 dias de idade) que ficaram por 3 ou 10 dias na ausência da rainha, com a condição controle na presença da mesma.(AU)

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