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Papel de alfa7nAChR na quimiorresistência e sobrevivência de células cancerosas

Processo: 22/06146-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2022
Vigência (Término): 30 de junho de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Marcio Alberto Torsoni
Beneficiário:Nilton José dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07607-8 - CMPO - Centro Multidisciplinar de Pesquisa em Obesidade e Doenças Associadas, AP.CEPID
Assunto(s):Neoplasias   Neoplasias pulmonares   Quimiorresistência   Receptor nicotínico de acetilcolina alfa7

Resumo

Apesar de todo o avanço técnico científico na área da Oncologia registrado nos últimos anos, o Câncer ainda configura uma doença de incidência elevada e a segunda causa de mortalidade em todo o mundo. Em 2030, a carga global esperada é de 21,4 milhões de casos novos de Câncer e 13,2 milhões de mortes por câncer. Os Cânceres de pulmão e de mama constituem a maior parte dos Cânceres em homens e mulheres, com exceção dos tumores de pele não melanoma. Este cenário epidemiológico da doença deve-se, ao menos em parte, pela sua heterogeneidade a nível tecidual, sendo este um grande desafio para o seu diagnóstico específico e precoce, seguido pela reduzida eficácia do tratamento devido à resistência terapêutica. Diversos mecanismos são sabidamente relacionados à resistência aos quimioterápicos, como a presença de células tronco tumorais (CSC) e aumento da atividade de vias de sinalização importantes como JAK2/STAT3. Sabe-se que os receptores nicotínicos de acetilcolina do tipo alfa7 (±7nAChR), além de atuarem como canais iônicos, também são capazes de ativar a via de sinalização intracelular JAK2/STAT3 e inibir processos inflamatórios, bem como participar no processo oncogênico. Estudos recentes têm mostrado que o receptor ±7nAChR encontra-se diferencialmente expresso em diversos tipos tumorais e está relacionado à malignidade celular. Tomadas em conjunto, as evidências apontam para o papel do receptor ±7nAChR na quimiorresistência e sobrevivência celular, fato escassamente explorado no Câncer de Pulmão e de mama. Nossa hipótese é que a expressão aumentada desse receptor nas células tumorais medeia a ativação exacerbada de JAK2/STAT3, induzindo o fenótipo CSC, com consequente desenvolvimento de quimiorresistência e sobrevivência celular. Dessa forma, o presente projeto tem como objetivo principal avaliar processos celulares associados à progressão do Câncer e à quimiorresistência que possam estar relacionados com a modulação da expressão de ±7nAChR. Ademais, buscaremos investigar o envolvimento do receptor ±7nAChR na repressão do ciclo celular, apoptose, proliferação e migração celular. (AU)

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