| Processo: | 22/08513-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas |
| Pesquisador responsável: | Marcos César Alvarez |
| Beneficiário: | Guilherme Tannus Guerra Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07923-7 - Núcleo de Estudos da Violência - NEV/USP, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Sociologia da violência e da criminalidade Segurança pública Polícia Vigilância Pesquisa bibliográfica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alienista | Louco | Pensamento Médico | Sociologia histórica | urbanização | Sociologia da Violência |
Resumo Esta iniciação científica busca investigar os artigos médicos publicados pela Liga Paulista de Higiene Mental, realizadas entre os anos de 1928 e 1930. Tais publicações reúnem o discurso médico alienista do período em questão, tratando da criação de instituições de internação, de tratamentos específicos e da figura identificada como a do louco-criminoso. Por meio destas publicações, os médicos psiquiatras participantes da Liga Brasileira de Higiene Mental procuravam oferecer uma pedagogia para seu público, falando em programas de rádio, alertando sobre o alcoolismo e os efeitos sobre a saúde psíquica que a medicina social ligava à urbanização corrente em São Paulo da época. Esta pesquisa se propõe, deste modo, a analisar o discurso médico contido nestas publicações, especialmente aquelas que trazem a figura do louco-criminoso em relação com o meio urbano. Para tanto, será realizada a análise documental das publicações; e revisões da literatura sobre o tema das instituições de tratamento e custódia de alienados e sobre o tema da urbanização em São Paulo. Essa pesquisa possibilitará reunir informações sobre como o conhecimento médico alienista do período pensava sobre a figura do louco-criminoso; os efeitos da urbanização sobre a população; como o estado de São Paulo, a partir da medicina social, procurava aliar uma política higienista a um ideal de progresso civilizatório. | |
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