| Processo: | 22/08797-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Isabel Rodrigues Gerhardt |
| Beneficiário: | Otávio Henrique Bezerra Pinto |
| Instituição Sede: | Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Empresa: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG) |
| Vinculado ao auxílio: | 16/23218-0 - Centro de Pesquisa em Genômica Aplicada às Mudanças Climáticas, AP.PCPE |
| Assunto(s): | Campos rupestres Microbiota Velloziaceae Metagenômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | campos rupestres | Microbioma | Velloziaceae | Metagenômica |
Resumo Os campos rupestres brasileiros são uma ecorregião localizada no topo de afloramentos rochosos das regiões centro e leste do Brasil, ocorrendo principalmente ao longo da Cadeia do Espinhaço. Os campos rupestres são caracterizados por uma prolongada estação seca, além de apresentarem solos rochosos, pouco profundos e pobres em nutrientes, aspectos esses que podem contribuir para moldar as características ecofisiológicas das espécies vegetais que ali vivem. A família Velloziaceae é dominante na região, apesar das limitações de água e nutrientes existentes. A maioria dos estudos sobre a adaptação das Vellociaceae às condições estressantes dos campos rupestres não avalia como a associação plantamicrorganismos pode ter um efeito direto sobre a capacidade dessas espécies de crescerem nesse ambiente. Por isso, este estudo busca caracterizar o perfil taxonômico e funcional de microrganismos associados a quatro espécies de Velloziaceae, cujos genomas foram recentemente sequenciados, montados e anotados pelo nosso grupo do GCCRC: Vellozia nivea, V. intermedia, V. peripherica e V. tubiflora. Por meio do sequenciamento do gene rRNA 16S e dos metagenomas, buscaremos desvendar a dimensão microbiana associada aos solos e plantas de Velloziaceae e qual é a contribuição do microbioma nas estratégias adaptativas adotadas por espécies de Velloziaceae para responder e prosperar nas condições limitantes de crescimento impostas pelos campos rupestres. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |