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Viabilidade de um protocolo de intervenção precoce realizado pelos pais na modalidade de telecuidado em lactentes de risco biológico: fatores influenciadores e perspectiva dos pais e/ou cuidadores

Processo: 21/02510-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2022
Vigência (Término): 31 de julho de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Nelci Adriana Cicuto Ferreira Rocha
Beneficiário:Isabela Cristina Donofre
Instituição Sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Neuropediatria   Desenvolvimento infantil   Intervenção precoce   Contenção de riscos biológicos   Fatores ambientais   Estudos longitudinais   Estudos prospectivos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:intervenção precoce | Protocolo remoto | Telecuidado | Viabilidade | Fisioterapia em Neuropediatria

Resumo

A Intervenção Precoce possui o intuito de atender as necessidades de crianças com atraso no desenvolvimento ou com risco biológico para atraso no desenvolvimento, sendo apontado como eficaz devido à plasticidade cerebral, maior nos primeiros anos de vida. No entanto, em virtude da pandemia de COVID-19, os atendimentos presenciais, principalmente de populações de risco, tiveram significante redução. Assim sendo, novas estratégias têm sido implementadas a fim de garantir assistência terapêutica para essa população, como as práticas de telecuidado. Tais práticas possibilitam que os programas de intervenção sejam realizados de forma online, nas quais os terapeutas passam orientações aos responsáveis dos lactentes. Contudo, é fundamental que a viabilidade das práticas de telecuidado sejam verificadas, bem como os fatores contextuais que influenciam na adesão de tais práticas. Objetivo: verificar a viabilidade de um protocolo de intervenção precoce realizado pelos pais na modalidade de telecuidado, em lactentes com risco biológico para atraso do desenvolvimento, por meio da perspectiva dos responsáveis desses lactentes. Verificar também quais variáveis relacionadas aos fatores ambientais e pessoais facilitam ou dificultam a adesão de um protocolo de intervenção precoce remoto. Métodos: estudo longitudinal prospectivo, de natureza aplicada, realizado de maneira remota (online) em sua integridade. Serão incluídos no estudo lactentes de 3 a 9 meses de idade corrigida, com risco biológico moderado a alto para atraso no desenvolvimento. O protocolo terá duração de 10 semanas e a intervenção será composta por um protocolo com orientação em ambiente domiciliar(realizada pelos pais), direcionado à tarefa e ao contexto. Os lactentes do estudo serão avaliados quanto às capacidades motoras (Infant Motor Profile e Alberta Infant Motor Scale), a participação (Young Children's Participation and Environment Measure), ainteração mãe-filho (Parent-Child Early Relational Assessment), e a disponibilidade de recursos ambientais (Affordances in the Home Environment for MotorDevelopment). A viabilidade de aplicação e adesão do protocolo de acordo com as perspectivas dos pais será avaliada em três etapas: 1) Avaliação qualitativa dos pais em relação ao protocolo; 2) Avaliação das taxas de adesão ao protocolo; 3) Avaliação dos facilitadores e barreiras da adesão ao protocolo. As análises adotarão um nível de significância de 5% e, para todas, será utilizado o software estatístico Statistical Package for the Social Sciences. Resultados esperados: Estima-se que variáveis de fatores ambientais e pessoais possam agir como facilitadores ou barreiras para uma adesão eficaz de um protocolo de intervenção online.(AU)

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