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Como a coevolução em redes mutualísticas molda polimorfismos discretos?

Processo: 22/07939-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 30 de setembro de 2022
Vigência (Término): 29 de janeiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Teórica
Pesquisador responsável:Paulo Roberto Guimarães Junior
Beneficiário:Leandro Giacobelli Cosmo
Supervisor no Exterior: Jordi Bascompte
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Zurich (UZH), Suíça  
Vinculado à bolsa:19/22146-3 - Como diferenças nos tempos de geração influenciam a coevolução em redes ecológicas?, BP.DR
Assunto(s):Biologia evolutiva   Mutualismo (biologia)   Polimorfismo genético   Coevolução
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:coevolution | Indirect evolutionary effects | mutualistic networks | polymorphisms | Coevolução em redes mutualísticas

Resumo

Como a diversidade de formas dentro das espécies (polimorfismos) é mantida em comunidades naturais é uma das principais questões da biologia evolutiva. Nessas comunidades, interações mutualísticas são uma forte pressão seletiva que levam à coevolução e podem moldar a quantidade de polimorfismos nas populações das espécies. Em mutualismos, espera-se que os polimorfismos sejam erodidos pela coevolução, porém em comunidades de mutualistas há uma ampla gama de variação na quantidade de polimorfismos mantidos. Anteriormente, trabalhos teóricos e empíricos mostraram que quando mutualistas coevoluem em pares, pressões seletivas conflitantes provenientes de seleção geograficamente, temporalmente estruturada ou dependente de frequência podem manter polimorfismos. No entanto, quando passamos de pares para comunidades inteiras de mutualistas que formam redes, é possível que pressões seletivas conflitantes venham da própria rede. Nas redes, essas pressões seletivas conflitantes podem surgir de uma combinação de efeitos evolutivos diretos e indiretos - ou seja, efeitos evolutivos que ocorrem entre espécies que não interagem diretamente. Compreender se os efeitos evolutivos indiretos contribuem para manter polimorfismos permanece uma questão em aberto. Aqui, propomos desenvolver um modelo coevolutivo em redes para derivar previsões teóricas sobre como os efeitos evolutivos indiretos moldam polimorfismos em redes mutualísticas coevolutivas. Usando este modelo coevolutivo combinaremos tratamentos analíticos e simulações numéricas parametrizadas com a estrutura de redes empíricas. Esperamos que nossos resultados liguem explicitamente como os efeitos evolutivos indiretos moldam os polimorfismos em mutualismos e nos auxiliem a compreender o que mantém a diversidade de formas na natureza. (AU)

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