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Formação em psicologia: analisando a experiência dos estudantes acerca das temáticas relacionadas à branquitude-negritude

Processo: 22/07752-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2022
Vigência (Término): 31 de agosto de 2023
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia
Pesquisador responsável:Flavia da Silva Ferreira Asbahr
Beneficiário:Mariana Souza Marques
Instituição-sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Racismo   Negritude   Graduação   Inquéritos e questionários   Análise de conteúdo   Século XX
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:branquitude | graduação | Negritude | Psicologia | Racismo | Psicologia do ensino

Resumo

Diante da baixa exploração acadêmica acerca das relações raciais nos cursos de Psicologia e as diversas formas de investigação do problema, esta pesquisa tem como objetivo investigar se e como se apresentam os significados sociais acerca da temática das relações raciais, na unidade branquitude-negritude, a partir de relatos de estudantes de cursos de Psicologia oferecidos em universidades públicas do estado de São Paulo. Fundamentando-se no referencial teórico da Psicologia Histórico-Cultural (PHC), concebe-se que a ciência psicológica é um construto humano historicamente forjado nas relações de produção e reprodução da vida, tendo suas principais abordagens teóricas balizadas em um ideário de indivíduo universal e branco, localizadas em um contexto eurocêntrico ou norte-americano. Historicamente, a psicologia no Brasil enfrentou três momentos que, sinteticamente, podem ser identificados pela tomada da pessoa negra como objeto de estudo, no início do século XX; a permeação pelo mito da democracia racial; e a concepção do conceito de raça como um construto humano, demarcando desigualdades simbólicas e materiais, assim, fator constitutivo de subjetividades por resguardar um lócus desigual aos indivíduos. Neste contexto, esta investigação justifica-se ao identificar a lacuna de pesquisas sobre a inserção de discussões relativas às questões raciais na formação em psicologia. Para esta finalidade, adotou-se a metodologia de Análise de Conteúdo, desenvolvida por Bardin, aplicada sobre o instrumento de questionário estruturado composto por perguntas abertas, respondido por meio da plataforma online Google Forms. O método possibilita que se interprete o conteúdo das mensagens compostas pelos estudantes, a partir de suas experiências pessoais, sendo analisados os significados sociais à luz da PHC, buscando-se apreender os conteúdos latentes expressos nos relatos.(AU)

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