| Processo: | 22/05918-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 01 de fevereiro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia |
| Pesquisador responsável: | Daniel Youssef Bargieri |
| Beneficiário: | Xiomara Alexandra Gaitán |
| Supervisor: | Rogerio Amino |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Institut Pasteur, França |
| Vinculado à bolsa: | 19/21507-2 - Caracterização da proteína pequena secretada rica em cisteína (CSs) como candidato a vacina contra Plasmodium, BP.DR |
| Assunto(s): | Medicina tropical Antígenos Desenvolvimento de vacinas Vacinas Malária Plasmodium |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antígenos | malária | Medicina Tropical | Plasmodium | transmissão | Vacinas | Parasitologia médica |
Resumo O desenvolvimento de uma vacina contra malária tem sido um dos maiores desafios nas ciências biomédicas das últimas décadas. O problema radica em que Plasmodium, o agente etiológico, é um parasito bastante polimórfico que apresenta mecanismos de escape que lê permitem evadir o sistema imune do hospede. Atualmente, só existe uma vacina para a malária causada pelo P. falciparum, o causante da doença grave. No caso de P. vivax, o parasito mais prevalente na América Latina, a possibilidade de uma vacina é ainda mais desafiante, já que esta espécie de parasito é difícil de manter in vitro, o que dificulta a busca de novos alvos e os testes de antígenos promissórios. A invasão do eritrócito por parte do merozoíto é um passo importante no desenvolvimento do ciclo de vida do Plasmodium. Como a interrupção deste processo impede a progressão da doença representa um enfoque interessante para o desenvolvimento de vacinas contra Malária. O complexo de invasão RH5-RIPR-CyRPA identificado em P. falciparum tem despertado um interesse particular devido ao parecer um antígeno promissório para a criação de vacinas de fase eritrocítica. Infelizmente, Rh5 parece ser específica de P. falciparum e P. reichenowi (parasitas do clado Laverania) já que não tem se encontrado ortólogos em outras espécies de Plasmodium. No caso da CyRPA, embora tenham sido encontrados ortólogos em outras espécies, ela não interage no complexo de invasão de merozoíto de P. knowlesi. Por outro lado, RIPR e conservada e apresenta ortólogos em espécies como P. vivax, P. knowlesi e P. berghei, sugerindo que a via funcional RIPR-Rh5 pode ser conservada também e que o papel desempenhado pela PfRh5 é cumprido por outra proteína nas outras espécies de Plasmodium. A proteína CSS (Cysteine-rich Small Secreted) foi recentemente descrita e se sabe que interage com RIPR e a PTRAMP em P. knowlesi, e no nosso laboratório, encontramos que a CSS interage com RIPR em P. berghei. Recentemente foi observado que anticorpos contra o complexo de proteínas que interagem com RIPR, inibem a invasão das células do hospedeiro por parte dos merozoítos, e desta maneira estas proteínas representam alvos interessantes para a criação de vacinas. Já que a CSS interage com RIPR e é essencial para sobrevivência do parasito, nós propomos testar esta proteína como um novo alvo numa formulação vacinal contra Plasmodium. (AU) | |
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