| Processo: | 22/03363-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2022 |
| Situação: | Interrompido |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Geológica |
| Pesquisador responsável: | Christian Millo |
| Beneficiário: | Alexandre Henrique Ferraz |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 25/22417-8 - Estudo comparativo de crostas de ferromanganês, substratos carbonáticos e suas interfaces na Elevação do Rio Grande e no monte submarino Tropic, Oceano Atlântico, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Oceanografia química Foraminifera Isótopos estáveis Rochas sedimentares Veículos guiados remotamente Elevação do Rio Grande Atlântico Sul |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diagenesis | Foraminifera | Grainstone | Remotely operated vehicles | Rio Grande Rise | Stable isotopes | Geoquímica Marinha |
Resumo A Elevação do Rio Grande (ERG) é um extenso relevo oceânico distante aproximadamente 1200 km da costa brasileira e 2000 km ao Oeste da Dorsal Meso-Atlântica. A região vem ganhando importância, devido à assinatura de um contrato de exploração de recursos minerais, estipulado entre a Autoridade Internacional para os Fundos Marinhos (International Seabed Authority) e a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) em 2015. Em 2018, dois cruzeiros oceanográficos do IOUSP revelaram a presença de extensas crostas carbonáticas em vários locais da ERG. Pouco se sabe sobre o mecanismo de formação dessas crostas de carbonato. Este projeto de doutorado direto visa: 1) caracterizar a mineralogia, a composição elementar e isotópica, a textura dos cimentos e os microfósseis presentes nessas crostas; 2) investigar seu mecanismo de formação, particularmente em relação a potenciais fases de emersão e/ou emissões submarinas de fluidos e/ou gases; 3) investigar potenciais relações genéticas entre crostas carbonáticas e crostas de ferro-manganês presentes na ERG; 4) interpretar os resultados do estudo para reconstituir a história geológica recente da ERG. As amostras a serem estudadas foram coletadas durante os cruzeiros oceanográficos de 2018 e estão disponíveis no IOUSP. Todas as analises serão efetuadas no IOUSP ou em parceria com laboratórios presentes na USP. Este projeto trará informações valiosas para o entendimento dos processos geoquímicos atuantes na ERG, particularmente em relação aos mecanismos de formação de minerais no fundo do oceano. (AU) | |
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