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Avanço da rota de desacetilação e refino mecânico para a conversão bioquímica do bagaço de cana-de-açúcar

Processo: 22/08638-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2023
Vigência (Término): 30 de setembro de 2023
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Tecnologia Química
Pesquisador responsável:Antonio Maria Francisco Luiz Jose Bonomi
Beneficiário:Fernando Roberto Paz Cedeno
Supervisor: Xiaowen Chen
Instituição Sede: Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Brasil). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa: National Renewable Energy Laboratory (NREL), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:21/10566-8 - Produção integrada de ração animal e de etanol celulósico por explosão a vapor e desacetilação alcalina, BP.PD
Assunto(s):Biomassa   Cana-de-açúcar   Etanol celulósico   Pré-tratamento   Materiais lignocelulósicos   Refino
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Biomassa | cana-de-açúcar | Desacetilação alcalina | etanol celulósico | pré-tratamento | Materiais lignocelulosicos

Resumo

A rota de desacetilação e refino mecânico (DMR) para a conversão bioquímica de biomassa lignocelulósica em biocombustíveis e bioprodutos tem várias vantagens em comparação com as rotas de ácido diluído (DA) e explosão a vapor (StEx) comercialmente estabelecidas. O DMR gera um fluxo de açúcar livre de inibidores de fermentação, permitindo assim a fermentação para maiores rendimentos e concentrações. Além disso, o DMR não requer reatores pressurizados caros e gera uma corrente de lignina mais reativa e adequada para valorização. Contrariando essas vantagens, o hidróxido de sódio (NaOH) utilizado na etapa de desacetilação é um ponto de preocupação do ponto de vista econômico e ambiental. Este projeto de estágio será realizado no National Renewable Energy Laboratory (NREL, Golden, Colorado, Estados Unidos) onde a rota DMR foi criada e está sendo desenvolvida. O projeto desenvolverá o processo DMR para bagaço de cana-de-açúcar, principal matéria-prima lignocelulósica disponível para conversão em biorrefinarias no Brasil e no Estado de São Paulo. Além disso, o projeto avançará no conceito de um processo livre de recuperação química (CRF-DMR), substituindo NaOH por álcalis alternativos que poderiam ser usados como fertilizantes após o uso na biorrefinaria. Este estágio no exterior combinará a experiência do LNBR/CNPEM no biorrefinamento de bagaço de cana-de-açúcar com a experiência do NREL na via DMR, avançando assim as fronteiras do biorrefinamento de lignocelulose de cana-de-açúcar. (AU)

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