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Expressão e caracterização da reatividade de anticorpos monoclonais recombinantes provenientes de linfócitos B de pacientes convalescentes à COVID-19 para as variantes de SARS-CoV-2

Processo: 22/08207-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2022
Vigência (Término): 31 de agosto de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Silvia Beatriz Boscardin
Beneficiário:Catarina Harumi Oda Ibrahim
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Anticorpos monoclonais   SARS-CoV-2   Imunoterapia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:anticorpos monoclonais | Rbd | SARS-CoV-2 | variantes | Imunoterapia

Resumo

A Doença do Coronavírus 2019 (COVID-19) causada pelo vírus SARS-CoV-2 atingiu caráter pandêmico no início de 2020. A entrada do vírus nas células do hospedeiro é mediada pela proteína da espícula (S), uma proteína densamente glicosilada presente no envelope do SARS-CoV-2, pela interação da estrutura com o receptor da enzima conversora de angiotensina 2 (ECA-2). Estudos já demonstraram que esta interação é promovida pelo Domínio de Ligação ao Receptor (RBD), presente na proteína S. Anticorpos específicos para a região do RBD apresentam atividade neutralizante, sendo que a capacidade neutralizante do soro tem forte correlação contra a doença grave. Alguns anticorpos monoclonais (mAbs) obtidos diretamente de indivíduos previamente infectados ou vacinados mostraram potente atividade de neutralização e foram aprovados para uso clínico em indivíduos com risco de evoluir para doença grave. Este projeto visa expressar, em culturas de células humanas, mAbs anti-RBD cujas sequências das regiões variáveis foram obtidas previamente de linfócitos B de memória presentes no sangue de indivíduos convalescentes para a COVID-19. Para tal, plasmídios apresentando as sequências das regiões variáveis destes anticorpos fusionadas às regiões constantes da IgG1 humana serão transfectados em culturas de células Expi293 e os mAbs produzidos serão purificados por cromatografia de afinidade. Posteriormente, ensaios de imunoabsorção enzimática (ELISA) serão realizados com estes anticorpos utilizando como alvos as seguintes proteínas recombinantes: RBD da linhagem selvagem e das variantes beta, gama, delta e ômicron, assim como a proteína S. Com isso, busca-se testar a reatividade de cada mAb às diferentes variantes do vírus, a fim de selecionar aqueles que poderão ser utilizados no desenvolvimento de novas imunoterapias.

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