| Processo: | 22/09380-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Acordo de Cooperação: | Trans-Atlantic Platform for the Social Sciences and Humanities |
| Pesquisador responsável: | Liana Oighenstein Anderson |
| Beneficiário: | Ana Carolina Moreira Pessôa |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Nacionais (CEMADEN). Cachoeira Paulista , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 21/07660-2 - Vozes em Recuperação, AP.R |
| Assunto(s): | Mapeamento geográfico Sensoriamento remoto Ameaças Riscos Fogo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ameaças | cartografia social | fogo | Gis | Riscos | Sensoriamento Remoto | Sensoriamento Remoto |
Resumo A vulnerabilidade pode ser definida como o grau com que um sistema é suscetível ou incapaz de lidar com os efeitos da atuação recorrente de condições externas. Suas características sistêmicas possibilitam a construção de abordagens que abrangem locais com forte relação entre sociedade e natureza, como as encontradas nas comunidades que residem na RESEX Tapajós-Arapiuns e na FLONA Tapajós, no estado do Pará, Brasil. Desde 2020 estas Unidades de Conservação (UCs) têm lidado com mais uma ameaça, devido ao estabelecimento da pandemia do COVID-19, além do enfrentamento da degradação florestal, gestão de incêndios, secas e socioeconômicas. Os efeitos da combinação dessas ameaças ainda não são conhecidos, bem como qual é a capacidade de recuperação destas UCs e o que pode ser proposto como forma de diminuir a vulnerabilidade dessas populações nos próximos anos. Neste contexto, o objetivo geral do projeto é determinar a vulnerabilidade socioambiental frente às ameaças enfrentadas agravadas pelo COVID-19 nos últimos anos e subsidiar propostas de recuperação adequadas às capacidades das populações. Os objetivos específicos de trabalho para a bolsa TT4 são: (O1) analisar a dinâmica espaço-temporal das ameaças ambientais entre 2003 e 2021 (secas, mudanças de uso e cobertura da terra e incêndios florestais); (O2) determinar a vulnerabilidade dos elementos socioambientais em exposição; (O3) elaborar propostas para melhorar a capacidade de recuperação dos impactos negativos resultantes das ameaças. (AU) | |
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