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Imagens moleculares por magnetoacustografia usando nanopartículas magnéticas funcionalizadas

Processo: 22/12771-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de outubro de 2022
Vigência (Término): 30 de setembro de 2026
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica - Engenharia Médica
Pesquisador responsável:Antonio Adilton Oliveira Carneiro
Beneficiário:Ariane Franson Sanches
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/16939-8 - Desenvolvimento e implementação de novas técnicas acústicas, magnéticas e ópticas para aplicações diagnósticas e terapêuticas, AP.TEM
Assunto(s):Bioengenharia   Ultrassom   Técnicas de imagem por elasticidade   Nanopartículas magnéticas   Reologia   Termometria   Diagnóstico de câncer
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Elastografia | Magnetoacustografia | Nanopatícula Magnética | Reologia Ultrassônica | Termometria ultrassônica | ultrassom | Engenharia Biomédica

Resumo

O avanço no estudo das nanoestruturas têm permitido a sua aplicação nas mais diversas áreas, em especial na Medicina no auxílio ao diagnóstico e tratamento. Entre essas aplicações se encontra a detecção de anomalias em nível molecular, que são de grande importância para o diagnóstico precoce de doenças. Nesse contexto, as nanopartículas podem ser utilizadas como contraste em imagens funcionais de ultrassom e ressonância magnética, que possuem a vantagem de não utilizar radiação ionizante. As nanopartículas funcionam como marcadores, que são funcionalizados com algum tipo de ligante, por exemplo, um anticorpo, que promove o acúmulo de alvos moleculares quando colocado em contato com a região patológica. A leitura desse acúmulo de uma determinada molécula no elemento biosensor é feita usando técnicas físicas, como leitura de variação de condutividade elétrica, de imagem microscópica, entre outras. Neste projeto, pretende-se utilizar campos magnéticos para a excitação das nanopartículas, que serão funcionalizadas para acúmulo em tecidos cancerígenos, medindo em seguida a velocidade das ondas de cisalhamento que permitem quantificar a viscosidade do meio, implementando uma plataforma que contém outras funcionalidades, tais como a medida elástográfica e térmica dos tecidos. A adição da quantificação da viscoelasticidade possibilitará um estudo da correlação entre as temperaturas atingidas pela agitação das nanopartículas e a mudança nas características biomecânicas do tecido. Assim, os estudos envolvendo imagens moleculares nesse projeto tem como principal objetivo o desenvolvimento de novas tecnologias para aplicações no diagnóstico e tratamento de tecidos cancerígenos. (AU)

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