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Desenvolvimento e caracterização de nanopartículas lipídicas para encapsulação e entrega cutânea de coenzima Q10.

Processo: 22/09974-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2022
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia
Pesquisador responsável:Maria Vitória Lopes Badra Bentley
Beneficiário:Thatiani Figueiredo dos Santos
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Ubiquinona   Nanotecnologia farmacêutica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:carreador lipídico nanoestruturado | coenzima Q10 | Nanopartícula Lipídica Sólida | Sistema multifuncional | Terapia tópica | Nanotecnologia farmacêutica

Resumo

A coenzima Q10 (CoQ10) é uma quinona ubíqua com um potente papel antioxidante e bioenergético. A sua eficácia terapêutica e adjuvante em diversas doenças tem despertado o seu uso na área dermatológica, principalmente no tratamento de doenças inflamatórias, câncer e envelhecimento. No entanto, as propriedades físico-químicas desfavoráveis da Coq10, como alto peso molecular, alta lipofilicidade e baixa solubilidade aquosa, prejudicam sua biodisponibilidade após administração tópica. Além disso, a pele, apesar de ser uma via de administração não invasiva e segura, configura-se como uma barreira a administração de substâncias endógenas, principalmente, àquelas de alto peso molecular. Portanto, como estratégia para viabilizar a entrega cutânea da CoQ10, o presente estudo propõe o desenvolvimento de nanopartículas lipídicas contendo CoQ10. Nanopartículas lipídicas sólidas e a sua segunda geração, os carreadores lipídicos nanoestruturados são sistemas coloidais que apresentam alta biocompatibilidade devido as semelhanças estruturais dos lipídeos utilizados com as bicamadas fisiológicas, fornecem proteção a degradação física e química da substância encapsulada, apresentam capacidade de liberação controlada/sustentada e adesividade tópica, permitindo maior tempo de contanto e permeabilidade através da pele. Portanto, os sistemas nanoestruturados a serem produzidos serão caracterizados quanto suas propriedades físicoquímicas, como tamanho hidrodinâmico de partícula, índice de polidispersão, potencial zeta, estabilidade coloidal a longo prazo e a eficiência de encapsular a CoQ10. Por fim, utilizando célula de difusão de Franz, ambos os sistemas serão avaliados quanto a cinética de liberação in vitro da CoQ10, e o perfil de permeação e retenção cutâneas. A estratégia nanotecnológica sugerida neste projeto fornecerá subsídio para futuros ensaios in vitro e in vivo, como proposta para o tratamento de doenças inflamatórias cutâneas.

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