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Evolução da circulação da porção oeste do Atlântico Sul nos últimos 2000 anos: variabilidade da Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico e do giro subtropical do Atlântico Sul

Processo: 22/11723-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 15 de março de 2023
Vigência (Término): 15 de setembro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Física
Pesquisador responsável:Ilana Elazari Klein Coaracy Wainer
Beneficiário:Fernanda Marcello de Oliveira
Supervisor: Myriam Khodri
Instituição Sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Institut Pierre Simon Laplace (IPSL), França  
Vinculado à bolsa:21/04984-1 - Evolução paleoceanográfica da circulação da porção Oeste do Oceano Atlântico Sul: um ponto crucial de evidências para mudanças climáticas globais, BP.PD
Assunto(s):Mudança climática   Paleoceanografia   Correntes de contorno   Atlântico Sul
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico | Giro Subtropical do Atlântico Sul | Mudanças Climáticas | Paleoceanografia | Sistema de Correntes de Contorno Oeste do Atlântico Sul | Últimos 2000 anos | Circulação paleoceanográfica de grande-escala

Resumo

Este projeto se propõe a investigar a evolução paleoceanográfica da circulação da porção oeste do Atlântico Sul com foco nos últimos 2000 anos (2k), no LOCEAN-IPSL - Universidade de Sorbonne, sob a supervisão da Dr.ª Myriam Khodri, que está atualmente envolvida em projetos de simulações paleoclimáticas do PMIP4-CMIP6, investigando a influência de forçantes externas nas mudanças e variabilidade do clima. Nosso objetivo é reconstruir o comportamento pretérito do ramo superior da Circulação de Revolvimento Meridional (CRMA) e do giro subtropical do Atlântico Sul (GSAS) no Atlântico oeste e subtropical com simulações paleoceanográficas de modelagem numérica recentes, para esclarecer a interpretação da história da circulação oceânica de grande-escala, do passado para o futuro. A CRMA e o GSAS estão acoplados até a borda oeste do Atlântico Sul, onde suas águas se dividem meridionalmente através da bifurcação do ramo sul da Corrente Sul Equatorial (CSEs). Isso torna a bifurcação da CSEs uma métrica útil para indicar variações simultâneas no GSAS e na CRMA. Portanto, é esperado que se obtenha um cenário consistente para a evolução temporal da latitude da bifurcação da CSEs (SBL, em inglês) em associação à intensidade das correntes de contorno oeste fluindo para norte e sul, as quais participam em cenários oceanográficos mais amplos, associados à mudanças de escala global. (AU)

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