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Influência do HNF-4± na Manutenção da Homeostasia do Retículo Endoplasmático das Células ² Pancreáticas

Processo: 22/11180-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2022
Vigência (Término): 31 de outubro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Fernanda Ortis
Beneficiário:Sabrina Taniguchi
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Células secretoras de insulina   Citocinas   Diabetes mellitus   Estresse de retículo endoplasmático   Morte celular
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:celula beta | citocinas | diabetes mellitus | estresse de reticulo endoplasmatico | morte celular | estresse do RE

Resumo

O Diabetes mellitus (DM) é um conjunto de doenças caracterizadas pela hiperglicemia crônica, e cuja incidência aumenta a cada ano no mundo todo. Nos diferentes tipos de DM, observa-se a progressiva disfunção e perda das células ², decorrente de diversos mecanismos. Entre eles, o principal é a UPR (Unfolded Protein Response), uma resposta ao estresse de Retículo Endoplasmático (RE) que visa, primeiramente, a restauração da homeostase do retículo por meio da ativação das proteínas de membrana, a IRE-1, PERK e ATF6, entretanto, quando é ativada por um tempo prolongado, pode acionar vias apoptóticas. Estudos anteriores sugerem que o fator de transcrição HNF-4± exerce efeitos antagônicos na modulação das vias da UPR, em que por um lado, uma mutação na HNF-4± resulta em um RE mais suscetível ao estresse, e por outro lado, o silenciamento da HNF-4± diminui a essa suscetibilidade. Deste modo, para uma melhor compreensão da influência da HNF-4± na modulação da UPR, este trabalho tem como objetivo avaliar a expressão de proteínas marcadoras de estresse de RE em células INS-1E tratadas com citocinas pró-inflamatória, na presença e na ausência da HNF-4±, por meio do silenciamento com siRNA específico. Entender essa influência é de extrema relevância para o desenvolvimento de terapias profiláticas e de cura para o DM.

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