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Efeito do ciclo estral na resposta panicogênica ao CO2 em camundongos.

Processo: 22/08430-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2022
Vigência (Término): 31 de outubro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Luciane Helena Gargaglioni Batalhão
Beneficiário:Beatriz Dominiquini Moraes
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:20/01702-2 - Fisiopatologia da sensibilidade ao CO2: papel do locus coeruleus, AP.TEM
Assunto(s):Ansiedade   Comportamento   Hormônios   Transtorno de pânico   Ventilação   Fenômenos fisiológicos respiratórios
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:ansiedade | comportamento | hormônios | quimiorrecepção | Transtorno de Pânico | Ventilação | Fisiologia Respiratória

Resumo

O Transtorno de Pânico (TP) é uma desordem psíquica de significativa importância na saúde humana, mas principalmente na saúde da mulher, uma vez que a prevalência do TP em indivíduos do sexo feminino é o dobro quando comparada a do sexo masculino. O motivo pelo qual o TP é mais prevalente em mulheres é desconhecido, contudo sugere-se uma íntima associação da variação dos hormônios reprodutivos ovarianos, durante o ciclo menstrual da mulher, com a fisiopatogenia do TP implicada no organismo feminino. O ataque de pânico (AP) decorre de uma provável quimiossensibilidade alterada dos quimiorreceptores encefálicos ao CO2, que parecem estar hipersensíveis em pacientes com TP. Já foi relatado que mulheres com TP experimentam mais sintomas respiratórios durante os APs, em comparação com os homens, o que indica uma maior sensibilidade do organismo feminino ao CO2. Os hormônios ovarianos exercem influência positiva sobre a função respiratória e a progesterona, em particular, tem sido apontada como um potente estimulante respiratório, pois é capaz de promover o declínio da pressão parcial de CO2 (PCO2) no sangue, através da hiperventilação. Logo, a progesterona parece atuar em regiões do encéfalo envolvidas na quimiossensibilidade. Estudos retrospectivos pontuam uma piora do pânico durante o período pré-menstrual em pacientes com TP, quando há uma queda abrupta nas concentrações de progesterona circulante, contudo tais achados não se confirmaram em estudos prospectivos. Entretanto, ainda que a literatura não apresente dados homogêneos, a progesterona pode estar envolvida na fisiopatogenia do TP nas mulheres. Nesse sentido, o presente projeto visa investigar a influência dos hormônios ovarianos no índice de pânico e na resposta ventilatória e metabólica, frente ao estímulo panicogênico hipercápnico.

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