| Processo: | 22/09284-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Kátia Ramos Moreira Leite |
| Beneficiário: | Karina Serafim da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neoplasias da próstata Imuno-histoquímica Reparo do DNA Urologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Câncer de Próstata | imuno-histoquímica | instabilidade de microssatélite | Mmr | reparo do DNA | Tma | Urologia |
Resumo O Câncer de Próstata (CaP) é a neoplasia mais comum do homem e a segunda causa de mortalidade por câncer. Os pacientes são diagnosticados através da biópsia e recebem o tratamento de acordo com o potencial agressivo da neoplasia, sendo a prostatectomia radical e a radioterapia os tratamentos considerados curativos. Dentre as diversas causas que contribuem para a tumorigênese estão as mutações no sistema de reparo do tipo mismatch (MMR). O sistema MMR atua através de 4 proteínas, MSH2, MSH6, MLH1 e PMS2 que trabalham de forma vigilante no reparo do DNA após a replicação e têm papel também no controle do ciclo celular e na indução da apoptose. Em diversas neoplasias, o processo mutacional leva à perda de expressão proteica e na deficiência de reparo do DNA (dMMR). O fenótipo dMMR favorece o desenvolvimento neoplásico e também provoca mutações nas áreas de microssatélites causando alta instabilidade (MSI-H) e um status de hipermutabilidade. Estudos têm demonstrado que o CaP metastático com dMMR ou MSI-H tem melhor resposta à imunoterapia baseada nos inibidores do checkpoint imunológico (ICI), sendo a determinação desse fenótipo um biomarcador de resposta importante para a decisão terapêutica no manejo dos pacientes com CaP metastático. Nosso objetivo neste trabalho é verificar o fenótipo dMMR no CaP localizado através da expressão imuno-histoquímica das proteínas do tipo mismatch, MSH2, MSH6, MLH1 e PMS2 usando a técnica de Tissue Microarray (TMA). O TMA foi dividido de acordo com o sistema de graduação ISUP e construído com 108 amostras de pacientes com CaP localizado, tratados com prostatectomia radical. A expressão imuno-histoquímica será correlacionada com os principais fatores prognósticos, recidiva bioquímica e sobrevida global e câncer específica. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |