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A função do receptor de estrógeno acoplado à proteína G (GPER) astrocitário na angiogênese e neuroproteção após modelo de Isquemia Cerebral Transitória em camundongos

Processo: 22/08767-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2022
Vigência (Término): 31 de julho de 2027
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Carolina Demarchi Munhoz
Beneficiário:Paloma Marinho Jucá
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Neuroendocrinologia   Isquemia cerebral   Acidente vascular cerebral   Angiogênese   Neuroproteção   Astrócitos   Estrógenos   Proteínas de ligação ao GTP   Receptores de estrogênio   Modelos animais
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:acidente vascular encefálico | angiogenese | astrócito | estrógeno | isquemia | Neuroproteção | Neuroendocrinofarmacologia

Resumo

Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo e incluem doenças cerebrovasculares, como o acidente vascular encefálico (AVE). Grande parte dos fatores de risco para o AVE são modificáveis, mas fatores não modificáveis, como sexo e idade do indivíduo, interferem na predisposição deste a sofrer o acidente. Estudos epidemiológicos sugerem que o estrógeno (principalmente o 17²-estradiol), hormônio sexual feminino, apresente atividade neuroprotetora, mas seus efeitos feminilizantes e tardios limitam a atividade terapêutica, em especial em machos. O receptor de estrógeno acoplado à proteína G (GPER) e seu agonista seletivo, G1, tornam a resposta estrogênica uma alternativa farmacológica mais universal, já que respostas rápidas e não feminilizantes são promovidas. Estudos anteriores do nosso grupo, em modelo in vitro, demonstram que a ausência da sinalização via GPER torna as células mais suscetíveis a efeitos deletérios da isquemia, efeito que parece ser dependente de astrócitos. Dessa forma, esse estudo busca elucidar como a modulação do GPER astrocitário afeta o prognóstico in vivo do encéfalo após isquemia e tem o potencial de introduzir o G1 como uma alternativa farmacológica para redução das sequelas pós AVE. Para isso, utilizaremos animais submetidos ao modelo de isquemia por oclusão transitória da artéria cerebral média (MCAO) e avaliaremos o efeito neuroprotetor do agonista de GPER sobre alterações motoras, cognitivas e moleculares pós isquemia. Além disso, a expressão do GPER será silenciada especificamente em astrócitos, a fim de testar nossa hipótese central de que o G1 apresenta efeito neuroprotetor in vivo e que esse efeito é dependente dos astrócitos. (AU)

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