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Novas estratégias para o tratamento da LMA: desenvolvendo novas tecnologias visando o nicho da medula óssea

Processo: 22/14101-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2023
Vigência (Término): 31 de agosto de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Sara Teresinha Olalla Saad
Beneficiário:Maura Lima Pereira Bueno
Supervisor: Sandra Pinho
Instituição Sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Illinois at Chicago (UIC), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:21/05230-0 - Atividade de inibidores da via de sinalização WNT em modelos in vitro, BP.DD
Assunto(s):Estratégias terapêuticas   Leucemia mieloide aguda   Hematologia   Transplante de medula óssea
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:compostos | estratégias terapêuticas | leucemia mielóide aguda | Novos Métodos | Hematologia

Resumo

A Leucemia Mielóide Aguda (LMA) corresponde a uma neoplasia hematológica que inclui a proliferação anormal e desordenada de células imaturas do sangue e da medula óssea (MO) bastante comum em pessoas com mais de 65 anos. O transplante de MB é considerado o único tratamento curativo da LMA; no entanto, não é aplicável à maioria dos pacientes devido à idade e à presença de comorbidades. Além disso, os quimioterápicos atualmente administrados na prática clínica resultam em alta morbidade e eficiência limitada devido à baixa capacidade de diferenciação entre células saudáveis e neoplásicas, causando efeitos adversos. A toxicidade relacionada ao tratamento e a hospitalização prolongada, muitas vezes necessária, têm um impacto profundo na qualidade de vida desses pacientes. Assim, há necessidade de novas estratégias terapêuticas mais eficientes, com menos efeitos colaterais e com ação seletiva sobre as células neoplásicas, sem alterar as células normais. Nesse contexto, compostos cujas ações se baseiam na modulação de vias desreguladas na LMA ou na interação entre células hematopoiéticas e seu nicho correspondem a possíveis candidatos ao desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas. Propomos desenvolver novas estratégias de terapia antitumoral com base em novos compostos não comercializados, como inibidores das proteínas MCL-1, BCL-2, Src quinase, ERK e MEK, bem como o aprimoramento de métodos cruciais para a avaliação de drogas efeitos, como análises in vivo usando o modelo de AML de camundongo MLL-AF9 e investigação ex vivo do microambiente tumoral por um sistema de co-cultura 3D. (AU)

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