| Processo: | 21/10016-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Melina Nevoeiro Haik Guilherme |
| Beneficiário: | Mario Luan Ribeiro Sacomano |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Autoeficácia Catastrofização Dor crônica Dor musculoesquelética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autoeficácia | Catastrofização | cinesiofobia | crenças sobre a dor | dor crônica | Modelo biopsicossocial | Dor musculoesquelética |
Resumo Introdução: A dor no ombro é uma das condições musculoesqueléticas mais comuns na população geral. Aspectos comportamentais parecem influenciar significativamente a variabilidade dos sintomas nessa população, porém, ainda não se tem claro como variáveis pessoais, como o sexo e a idade, podem influenciar essa relação. Objetivos: Verificar se os aspectos pessoais de sexo e idade modulam a relação entre os aspectos comportamentais relacionados às crenças de dor e os desfechos clínicos em indivíduos com dor crônica no ombro. Métodos: Serão avaliados 30 homens e 30 mulheres de 18 a 80 anos que apresentem queixa de dor no ombro. As variáveis comportamentais, como catastrofização da dor, cinesiofobia, crenças de medo-evitação e autoeficácia, serão avaliadas pela versão brasileira dos questionários Pain Catastrophizing Scale, Tampa Kinesiophobia Scale, Fear-Avoidance Beliefs Questionnaire e Chronic Pain Self-Efficacy Scale, respectivamente. Os desfechos clínicos incluirão a intensidade de dor, mensurada pela Escala Numérica de Dor, e a funcionalidade do membro superior, avaliada pela versão brasileira do questionário Disabilities of the Arm, Shoulder and Hand Questionnaire. Análises de regressão linear múltipla verificarão o impacto de moderação do sexo e da idade na relação entre aspectos comportamentais e desfechos clínicos. É esperado que as mulheres e os indivíduos mais jovens demonstrem uma relação mais forte dos comportamentos negativos frente à dor com a maior intensidade da dor e maior grau de incapacidade quando comparados aos homens e indivíduos mais velhos, respectivamente. | |
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