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Estudo do potencial mecanismo de regulação de microRNAs pela esfingosina quinase 2

Processo: 22/10740-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2022
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Andréia Machado Leopoldino
Beneficiário:Thaís Moré Milan
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/19103-2 - SET e esfingolipídeos em câncer de cabeça e pescoço: sinalização, alvos e terapia antitumoral, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):23/15046-8 - Explorando a interação dinâmica da esfingosina quinase 2 e p53 em organoides de carcinoma de cabeça e pescoço, BE.EP.DR
Assunto(s):Neoplasias bucais   Diferenciação celular   Esfingolipídios   MicroRNAs   Transdução de sinais   Transformação celular neoplásica   Oncologia molecular
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:cancer oral | diferenciação celular | esfingolipídios | miRNA | sinalização celular | Transformação maligna | Oncologia molecular

Resumo

O carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço (CECP) apresenta alta incidência eelevada taxa de recorrência. Além de mutações, as modificações epigenéticas, como adesregulação de microRNAs (miRNAs), também ocorrem no CECP. Recentemente, onosso grupo de pesquisa estudou a relação da esfingosina quinase II (SK2) com o CECP,e identificou a capacidade da SK2 induzir a transformação maligna de queratinócito oral.Ademais, análises de sequenciamento de RNA em larga escala mostraram que a SK2provocou a desregulação de diversos miRNAs, muito dos quais são alvos da p53. Dessaforma, o objetivo deste projeto é investigar o potencial papel da SK2 no mecanismo deregulação transcricional e pós-transcricional dos miRNAs, com envolvimento da p53.Serão utilizados diferentes modelos celulares in vitro para identificar e caracterizar arelação entre a SK2, p53 e os miRNAs, tais como linhagens celulares com superexpressãoe/ou redução da SK2, análises de interação proteína-proteína e proteína DNA/RNAutilizando imunoprecipitação, análises de modificação de proteínas(fosforilação/metilação/acetilação) por Western blot e/ou imunofluorescência, cultura 3De citometria de fluxo para determinar perfil de células tronco, dentre outras estratégias.Nos estudos in vivo, será utilizado o modelo de xenoenxerto de linhagem tumorigênicaem camundongo nude. Os resultados esperados poderão avançar a fronteira doconhecimento sobre mecanismos de regulação de miRNAs por esfingolipídios/SK2 ep53. Além de poder elucidar novos alvos para o desenvolvimento de estratégiasterapêuticas contra este tipo de câncer.

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