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A conquista das Américas pelos parasitas da Malária: uma visão genômica populacional

Processo: 22/10056-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2023
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Marcelo Urbano Ferreira
Beneficiário:Nathalia Rammé Medeiros de Albuquerque
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):23/12394-5 - Visão genômica das origens e adaptação das populações de Plasmodium nas Américas, BE.EP.PD
Assunto(s):Plasmodium vivax   Plasmodium falciparum   Genômica populacional   Malária   Américas
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:genômica populacional | malária | Plasmodium falciparum | Plasmodium vivax | malária

Resumo

As Américas foram o último continente a ser colonizado por humanos modernos, aproximadamente 15.000 anos atrás, mas acredita-se que os plasmódios humanos - Plasmodium falciparum, P. vivax e P. malariae - chegaram muito mais tarde. A maioria das evidências disponíveis sugere que a malária foi introduzida nas Américas após a conquista europeia - pelos colonizadores vindos de Portugal e Espanha, onde a malária era então endêmica, e, principalmente, pelo tráfico transatlântico de escravos africanos. Uma vez nas Américas, P. vivax e P. malariae lograram adaptar-se a novos hospedeiros vertebrados, macacos platirrinos do Novo Mundo, originando as espécies irmãs P. simium e P. brasilianum, respectivamente. Propomos a análise conjunta de 185 sequências completas de genomas para investigar os eventos fundadores históricos e a evolução subsequente dos plasmódios humanos introduzidos nas Américas e suas transferências recorrentes para primatas não-humanos. Empregaremos abordagens populacionais padronizadas a dados genômicos de três espécies para abordar as seguintes questões: (a) Pode-se inferir a contribuição relativa de diferentes regiões de origem para as populações de parasitas atuais nas Américas? (b) Os dados de sequência genômica são consistentes com datas e rotas de introdução e dispersão nas Américas semelhantes para todos os três parasitas da malária humana? (c) Há evidências de gargalos populacionais durante a adaptação dos parasitas a novos vetores locais e hospedeiros vertebrados na chegada ao Novo Mundo? (d) Existem assinaturas genômicas de adaptação aos macacos platirrinos após a troca de hospedeiro que originou P. simium e P. brasilianum? (AU)

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