| Processo: | 22/07605-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Valeria Cristina Sandrim |
| Beneficiário: | Caroline Cristina Pinto Souza |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biomarcadores Disfunção endotelial Pré-eclâmpsia Proteômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alvos farmacológicos | biomarcadores | disfunçao endotelial | Pré-eclâmpsia | proteômica | responsividade | Biotecnologia e Proteômica |
Resumo A pré-eclâmpsia (PE) é um distúrbio hipertensivo que ocorre após 20 semanas de gestação, cujos principais sintomas incluem proteinúria, lesão hepática, comprometimento da coagulação, entre outros sinais e sintomas. Poucas frentes de tratamento se encontram disponíveis e as gestantes que não respondem à terapia anti-hipertensiva desenvolvem os piores desfechos clínicos. Portanto, compreender os mecanismos pelos quais a disfunção endotelial (desbalanço entre substâncias vasoconstritoras e vasodilatadoras do endotélio) é promovida neste distúrbio, é essencial para indicar intervenções mais efetivas. Neste sentido, a busca por biomarcadores na PE poderá contribuir a um maior entendimento acerca da responsividade terapêutica das pacientes, e este tipo de pesquisa é alavancado na proteômica, que auxilia no estudo de funções celulares, de vias afetadas por doenças e mecanismos de ação de drogas. Entretanto, nenhum trabalho avaliou o proteoma de pacientes com PE levando em consideração os subtipos responsivo e não responsivo à terapia anti-hipertensiva. Assim, apresentamos como objetivos, analisar o perfil de proteínas na PE; investigar aquelas que são expressas de maneira distinta entre as pacientes que respondem e não respondem ao tratamento; verificar o efeito das proteínas diferencialmente expressas sobre as células endoteliais no modelo in vitro (avaliando a produção de óxido nítrico, estresse oxidativo e expressão de genes relacionados à função endotelial); logo, como forma de explorar novos alvos farmacológicos que poderiam auxiliar na prevenção e terapêutica da doença. | |
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