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Avaliação ecotoxicológica de inibidores de corrosão biológicos (bio-IC) livres e nanoestruturados em hidróxido duplo lamelar em Mytilus galloprovincialis e Hediste diversicolor e estudo da liberação dos bio-IC das nanoestruturas ao longo do tempo

Processo: 22/15114-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 20 de abril de 2023
Vigência (Término): 19 de outubro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Denis Moledo de Souza Abessa
Beneficiário:Mariana Bruni Marques do Prado e Silva
Supervisor: Roberto Carlos Domingues Martins
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil
Local de pesquisa: Universidade de Aveiro (UA), Portugal  
Vinculado à bolsa:21/10848-3 - Avaliação ecotoxicológica dos inibidores de corrosão biológicos Gluconato de Sódio (SG) e Ácido Glutâmico (GA) em suas formas livres e nanoencapsulados de hidróxidos de dupla camada (LDH), BP.MS
Assunto(s):Ecotoxicologia   Anticorrosivos   Materiais nanoestruturados   Toxicidade   Corrosão
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:anticorrosivos | ecotoxicologia | nanoestruturas | perigo ambiental | Toxicidade | Ecotoxicologia

Resumo

O processo de corrosão metálica é uma das principais causas de degradação de estruturas e equipamentos no ambiente marinho. Esse problema tem sido minimizado pela aplicação de revestimentos contendo inibidores químicos, retardando o processo de corrosão. Porém, os inibidores de corrosão (IC) disponíveis no mercado são tóxicos para a biota, havendo interesse em substituir estes compostos por alternativas eficazes e menos tóxicas. Recentemente, IC de base biológica (bio-IC) foram apresentados como alternativas ambientalmente amigáveis. No entanto, os aditivos de base biológica, tal como os IC convencionais, são rapidamente lixiviados das tintas marítimas, perdendo precocemente a sua eficácia anticorrosiva. Pesquisadores da Universidade de Aveiro (UA), em Portugal, em parceria com uma empresa (Smallmatek Lda), desenvolveram nanomateriais manufaturados (NM) formados de hidróxidos de dupla camada (LDH) para imobilização/encapsulamento dos bio-IC, visando aumentar a eficiência anticorrosiva dessas substâncias, pois a liberação controlada do bio-IC ocorre mediante alterações promovidas no meio em função das características físico-químicas da água do mar. Desta forma, o presente projeto visa avaliar a taxa de liberação dos bio-IC das nanoestruturas (LDH) em diferentes condições físico-químicas, além de avaliar os efeitos ecotoxicológicos de dois diferentes bio-IC, gluconato de sódio (SG) e nitrito (NO2), nas suas formas livres e nanoestruturadas (LDH-SG e LDH-NO2), utilizando as espécies marinhas temperadas do bivalve Mytilus galloprovincialis e da poliqueta Hediste diversicolor, com diferentes enpoints fisiológicos (taxa de filtração, condição fisiológica e sobrevivência ao ar) e biomarcadores bioquímicos (peroxidação lipídica, catalase, glutationas-S-transferases e acetilcolinesterase), sendo possível responder questões de periculosidade ambiental para espécies temperadas (avaliadas no âmbito do BEPE) e comparar os dados com as espécies subtropicais (avaliadas no âmbito da minha dissertação de mestrado). Este estudo também irá contribuir para a validação ambiental de uma nova geração de aditivos anticorrosivos de alto desempenho. (AU)

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