| Processo: | 22/16646-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Luana Marotta Reis de Vasconcellos |
| Beneficiário: | Júlia Andrade de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biovidro Diferenciação celular Eletrofiação Biomateriais Membranas poliméricas Regeneração óssea |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biovidro | diferenciação celular | eletrofiação | Materiais biocompatíveis | membrana polimérica | regeneração óssea | Biomateriais e Histologia |
Resumo O osso autógeno ainda é considerado o padrão-ouro na substituição de defeitos ósseos, porém apresenta características que limitam seu uso, tais como a necessidade de mais de um sítio cirúrgico, disponibilidade limitada e possibilidade de complicações no pós-operátorio. Com isso, biomateriais sintéticos, dentre eles, os materiais poliméricos têm sido amplamente utilizados visando a regeneração óssea, devido a possibilidade de diversas aplicações na cicatrização, reparação e regeneração tecidual. A adição de substâncias ativas, como os biovidros, pode ser uma alternativa para aprimorar as propriedades dos polímeros, uma vez que apresentam excelente bioatividade, característica que aumenta a taxa de cicatrização óssea e potencializa a capacidade osteocondutora do material. Neste projeto o objetivo será avaliar o comportamento biológico in vitro de membranas poliméricas de ácido polilático (PLA) e polietilenoglicol (PGE) associadas aos biovidros 45S5 e 58S. Os biomateriais serão obtidos pelo método de eletrofiação a partir de uma solução polimérica de ácido polilático e polietilenoglicol incorporada com biovidro 45S5 e 58S. Após a produção, serão realizadas as caracterizações morfológicas dos materiais por meio de microscopia eletrônica de varredura (MEV) e dispersão de energia (EDS). Posteriormente a caracterização, para o estudo in vitro, células mesenquimais serão obtidas da medula óssea de fêmures de ratos e diferenciadas em osteoblastos para avaliação da influência do biomaterial na atividade celular. Após o plaqueamento celular, será realizada a análise da morfologia celular sobre o biomaterial, da viabilidade celular, conteúdo de proteína total, atividade de fosfatase alcalina (ALP) e formação de nódulos de mineralização. Os dados serão estatisticamente analisados, inicialmente por meio do teste de normalidade visando a aplicação do teste estatístico adequado. O nível de significância adotado será o valor convencional de 5%. Com o desenvolvimento desse projeto, espera-se que as membranas poliméricas tenham potencial para serem utilizadas como biomaterial para regeneração óssea. | |
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